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sexta-feira, 20 de março de 2015

SJCAM SJ4000

Já a algum tempo estava afim de comprar uma câmera de ação. A GOPRO sempre foi a primeira escolha devido sua popularidade e qualidade inquestionável. Também estavam na lista câmeras desta finalidade da SONY, da JVC que um conhecido tem e a VIRB da GARMIN.



O problema delas era só um: o alto custo (pra mim) para aquisição. Pensei em dar uma correria no Paraguai a fim de pegar uma GOPRO, porém com este câmbio totalmente desfavorável desisti logo.

Foi aí que pesquisando descobri ótimos ou bons comentários sobre a câmera "genérica" da SJCAM, a SJ4000.

Após ler muitos comentários e tirar muitas dúvidas decidi pela compra desta câmera. Fechei negócio com um vendedor no MercadoLivre, com frete saiu por R$ 400,00. Tive que comprar um cartão microSD também pra usar nela (Sandisk 32GB classe 10) que saiu por R$ 45,00.

Depois de uma angustiante demora, a SJ4000 chegou dia 18. Ela vem com vários acessórios, tudo muito universal. Devido a chuva que cai todo o dia aqui onde moro, estava esperando um tempinho firme pra testar a câmera. Hoje foi este dia.

AQUI vocês podem conferir o vídeo. Só um comentário: regulei mal a SJ4000 no capacete... filmou muito baixo... a próxima filmagem sairá melhor!

Se alguém estiver pensando em comprar uma SJ4000 e estiver na dúvida, digo: pode comprar que vale a pena!

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

FÓRUM SOBRE A HONDA CB500X

Foi criado recentemente um fórum específico sobre a Honda CB500X, local que se presta a reunir a maior quantidade útil possível sobre esta nova motocicleta.

Convido a todos os proprietários, futuros proprietários e entusiastas pelo motociclismo a se cadastrarem no fórum e a participar postando suas opiniões, sugestões, ideias e práticas sobre o mundo das 2 rodas.

O endereço é: http://www.cb500.net/

Aguardamos você lá!

 

domingo, 11 de janeiro de 2015

APROVEITE AS FÉRIAS: REVISE SUA MOTO E VIAJE TRANQUILO

Férias coletivas chegando e a ansiedade para tirar a moto da garagem para aquela longa viagem vai aumentando gradativamente, com o passar dos dias. Mas antes de colocar sua companheira de volta à estrada, o mais adequado é levá-la para uma revisão completa e minuciosa. Afinal, não queremos que a tão sonhada viagem, vire uma dor de cabeça por conta de probleminhas mecânicos, não é mesmo? Confira dicas de especialistas para garantir que a sua companheira esteja em plena forma.



Itens fundamentais
 
De acordo com Claudio Marques Bonfim, 45 anos, mecânico especializado e instrutor do curso de alto desempenho do Senai, os principais itens a serem verificados antes de uma viagem, independente da distância do roteiro, são três.

Em primeiro lugar, o líquido de arrefecimento (em motos arrefecidas a líquido) deve estar no nível indicado pela fabricante da motocicleta. “Se não estiver, completar ou trocar com o mesmo tipo de líquido utilizado anteriormente”, esclarece Bonfim. O óleo do motor e o filtro do óleo também devem ser trocados antes de sair para a viagem. E dependendo da quilometragem programada para rodar, prepare-se para efetuar a troca no meio da jornada, mas lembre-se de verificar se há oficinas ou concessionárias da marca pelo caminho. “Antes de subir na moto e partir para a estrada sempre verifique o nível do óleo. É quando o motor trabalha com falta de óleo que ocorrem os principais problemas”, dá a dica.

Outro item de importância crucial é a relação: kit formado por corrente, coroa e pinhão. Ela é a encarregada de transmitir a força do motor para a roda traseira. Portanto, se houver algum problema com o sistema, todo o funcionamento da motocicleta estará comprometido. Antes de viajar, na verdade, sempre se deve verificar a folga da corrente e esticá-la. “Se seu conjunto de relação já estiver 'meia vida' e sua viagem for longa, é indicado a troca completa do conjunto. Porque você não vai querer terminar sua viagem mais cedo por conta de uma corrente estourada que danificou sua balança, certo? Então procure seu mecânico de confiança e faça todo o serviço”, complementou.

Cláudio Bonfim, além de instrutor do Senai, faz serviços para clientes de longa data, como revisões gerais, indicadas para fazer antes de viagens. Por isso, afirma: “se quiser um trabalho bem feito, leve sua motocicleta para o mecânico com no mínimo de uma semana de antecedência a viagem. Em primeiro lugar, para não 'apressar' o trabalho do mecânico e este fazer o serviço correndo. Em segundo, para dar tempo de rodar um pouco com a moto antes de pegar a estrada pra valer. Ou seja, garantir que todos os parafusos foram apertados e que tudo está como deveria”, finalizou.

Fatores importantes
 
Thiago Marques, mecânico especializado em motocicletas acima de 600cc e proprietário de uma oficina no bairro do Butantã, zona sul de São Paulo, enumera ainda outros detalhes que devem ser lembrados na revisão “pré-férias” de sua moto. “O freio é algo que também deve estar em perfeito estado de funcionamento. Ou seja, as pastilhas devem estar adequadas e o fluido de freio deve ser verificado” Ele adverte que nunca se deve completar o fluído de freio. Se o nível estiver baixo é porque tem algum problema no sistema ou sinal de que as pastilhas estão gastas. Os fluídos devem sempre ser trocados nos períodos recomendados pela fabricante, ensina Marques.

No caso das motocicletas mais novas, não se pode esquecer-se de verificar o funcionamento da injeção eletrônica e demais terminais elétricos, como luzes espia, farol, lanterna, setas e etc. Se der uma pane no sistema de injeção durante a viagem, a moto só voltará a funcionar após ser conectada e diagnosticada por um computador. E dependendo aonde você for isso será um grande empecilho.

Além dos principais itens, Thiago Marques recomenda a lubrificação de todos os cabos e partes móveis da motocicleta. “Isso garante maior vida útil às peças e, na hora de uma eventual manutenção na estrada como um simples pneu furado, por exemplo, uma boa lubrificação ajuda, e muito”, afirmou.
Para evitar furos, ou pelo menos dificultá-los, os pneus também devem passar por uma vistoria. Além de verificar seu estado de conservação e a calibragem, o alinhamento e o balanceamento das rodas são fatores importantíssimos para garantir segurança ao motociclista e longevidade dos calçados.

Pra quem costuma fazer as revisões periódicas, mas quer pegar a estrada com a consciência limpa, algumas concessionárias, como a Power BMW, de Santo André (SP), oferecem check-ups rápidos para avaliar as condições dos principais itens. “o cliente traz a moto para o check-up rápido, onde serão analisadas as condições de cada item, como pastilhas de freio, pneus, e etc. Assim, só será realizada uma manutenção caso necessário e o cliente não gastará tempo e dinheiro à toa”, afirma Raul Fernandes, sócio proprietário da empresa.

Portanto, para fazer uma viagem tranquila e aproveitar 100% das tão esperadas férias de fim de ano, leve sua motocicleta para um mecânico de confiança ou concessionária de sua preferência, faça a revisão completa e divirta-se.

ITENS IMPORTANTES PARA SEREM VERIFICADOS
 
- Trocar óleo e filtro do motor
- Filtro de ar
- Nível do líquido de arrefecimento do motor
- Vida útil do kit de relação da moto (se necessário, trocar)
- Esticar a corrente e lubrificar a cada saída
- Pneus (balanceamento, alinhamento, calibragem e estado de conservação)
- Injeção eletrônica
- Luzes gerais (farol, lanterna, setas, etc)
- Terminais elétricos
- Conjunto de suspensão (verificar funcionamento de compressão e retorno)
- Estado das velas
- Reaperto de porcas e parafusos

Fonte: MOTO.com.br

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

TOP 10 - EQUIPAMENTOS PARA VIAJAR

O ano de 2014 está terminando e a tão esperada viagem de moto fica cada dia mais próxima. Se você planeja pegar a estrada em duas rodas na virada do ano, há uma série de acessórios que costumam ser muito úteis. Por isso, listamos desde simples protetores de mão até imponentes malas laterais para você equipar sua moto e curtir o réveillon na estrada.

Protetores de mão

Normalmente utilizado em modelos de trilha (off-road), os protetores de mão ajudam contra ferimentos causados por galhos e espinhos, por exemplo. Na estrada, servem como auxílio contra frio e chuva. Em caso de quedas protegem os manetes e também as mãos do piloto de ferimentos mais graves. 

Aquecedor de manopla

Item de série em diversos modelos, o acessório também está disponível como opcional para várias motos. Embora o Brasil não seja um país acostumado com temperaturas muito abaixo de zero, o equipamento pode salvar a vida do piloto. A sensação térmica durante a chuva, por exemplo, já é suficiente para, literalmente, travar os dedos e impedir que os manetes e comandos sejam usados com eficácia. 
 

Barras de proteção laterais

Outro item bem-vindo (e comum para bigtrails) em uma viagem são as barras laterais que protegem a carenagem. Elas podem livrar partes plásticas de impactos e até reduzir danos mecânicos. Uma vez que as quedas podem acontecer tanto em curtos e longos percursos, investir no acessório pode valer a pena. 

Protetor de motor
 
 
Muitos modelos oferecem o protetor de motor como acessório. Encaixado abaixo do quadro, a peça pode resguardar o propulsor de danos sérios que podem vir de buracos ou pedras, por exemplo. Além disso, há vários estilos disponíveis, que ainda podem conferir um ar mais aventureiro ou esportivo para sua moto. Sem falar que o equipamento instalado ainda pode ajudar a vender a moto mais rapidamente. 
 

Cavalete central

 
Simples e presente até mesmo em alguns modelos de baixa cilindrada, o cavalete central pode ajudar muito o viajante. Principalmente aquele que está sozinho na estrada. A peça mantém a moto em pé com a roda traseira suspensa, para que seja realizado algum reparo ou mesmo manutenção de rotina, como esticar e lubrificar a corrente. 
 

Faróis de neblina

Faróis de neblina costumam ser úteis na estrada, pois oferecem iluminação a mais em condições adversas. Além disso, eles se enquadram naquele tipo de equipamento que alia funcionalidade com estilo, pois confere aspecto mais aventureiro para a moto. Principalmente se estivermos falando de uma bigtrail. 
 

Navegador GPS

Por mais que você saiba para onde está indo, o GPS pode ajuda-lo a encontrar rotas alternativas e ganhar tempo. Principalmente caso haja um acidente na estrada pela qual você está trafegando. Agora se é a primeira vez que você percorre tal caminho, o item é indispensável. Felizmente, já existem diversos tipos de suporte para encaixar o aparelho na moto, sendo alguns deles oferecidos pelo próprio fabricante. 
 

Malas laterais

Caso você pretenda percorrer uma longa distância, o melhor jeito de transportar a bagagem é nas malas laterais. Sejam elas em couro, tipo alforjes, ou de materiais rígidos, muitas podem ser removidas do suporte e carregadas como bagagem de mão. Mas, lembre-se: elas reduzem consideravelmente sua mobilidade. Portanto, corredores podem não ser mais uma opção e ultrapassagens exigem espaço maior de distância. 
 

Bolsa de tanque

Ainda sobre as malas, os modelos que se encaixam acima do tanque são outra boa opção para o motociclista viajante. Nela podem ser colocados itens pessoais como carteira, celular e dinheiro para um eventual pedágio. Além disso, alguns modelos ainda contam com uma "capa" plástica que pode abrigar um mapa, no caso do local não estar coberto pelo GPS. 
 
Fonte: MSN Carros

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

INSTALANDO CAVALETE CENTRAL RONCAR NA CB500X

Agora a pouco acabei de instalar o cavalete central da RONCAR que tinha comprado pela internet. Fiz um vídeo para explicar como fazer a instalação em casa mesmo, economizando o dinheiro que iria gastar para levar em uma oficina.
 
 

Espero que ajude!
 

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

RELATOS DE UM FELIZ PROPRIETÁRIO DE UMA HONDA CB500X

Buenas pessoal, estou com a minha X há 3 dias, venho de uma Ténéré 250 e portanto a comparação vai ser com ela.


"Motor
Motor sem vibrações, torque excelente com um câmbio bem escalonado porém com trocas de marcha duras e às vezes barulhentas. Comparando com a Tézinha o desempenho é mais que o dobro em todos os aspectos.
O que eu mais reclamva na té250 era sua velocidade de cruzeiro, andando a 100km/h a 7000rpm com a moto fazendo muito barulho e implorando por uma sexta marcha, na X vai a 120km/h a 5000rpm com o motor silencioso. Não curto muito velocidades altas, gosto mais de ir curtindo a estrada, mas se precisar de motor pra ultrapassagens ou dar uma esticada vai tranquilo, cheguei a 170km/h com folga pra ir um pouco mais, mas o motor só estava com 150km rodados e achei melhor parar por aí.
Primeira revisão é a de 1000km e a outra é de 6000km. Trocas de óleo a cada 6000km.

Suspensões
Novamente comparando com a Tézinha, mesmo a X tendo menor curso, achei ela muito melhor em termos de absorção e retorno. Lembrando que com os aros de 17" a gente sente muito mais os buracos e imperfeições da estrada.

Freios
Sempre reclamei dos freios da Tézinha, o dianteiro era borrachudo e o traseiro travava em qualquer freiada brusca. Já o da X eu tô no paraíso, comprei a com ABS e é perfeito, tanto o dianteiro como o traseiro.

Conforto
Banco muito melhor que na Tézinha, na Yamaha andava uns 80km e já precisava se mecher um pouco pra não formigar. No da X, além de ser antiderrapante é muito mais confortável, andei 200km no sábado e foi tranquilo.A posição de pilotagem em relação à Té250 é quase igual, só as pedaleiras que são mais recuadas deixando as pernas mais dobradas. Caso precise ficar de pé pra absorver algum impacto a posição é bem tranquila. mesmo tendo dois cilindros, tive a sensação de estar pilotando uma moto mais fina que a Té250.
Mesmo a bolha sendo muito pequena, passa a sensação de ser bem projetada, eu com 1,73m o vento passa acima dos ombros.

Painel e comandos
Muita informação em um espaço bem pequeno, mas é questão de costume. Legal o computador de bordo, praticamente inédito nas motos dessa cilindrada. Acho que faltou um indicador de marchas pois às vezes me perco em qual marcha estou, principalmente em alta velocidade.
Os comandos dos punhos são bem ergonômicos, só não entendi ainda qual o conceito da buzina ser no lugar do pisca e vice e versa. Acredito que vou me acostumar com isso, mas já dei várias buzinadas tentando usar o pisca. O interruptor de luz não tem a posição de desligar o farol - ligou a chave, ligou a luz.

Estabilidade
Com os pneus mais on e rodas aro 17" ela gruda nas curvas de asfalto, graças também às suspensões que mesmo sem opções de regulagens mais pró, já saem com um setup de fábrica muito bom

Offroad
Se você é adepto de pegar um off mais hard nas viagens (saltos, lama, buracos, etc), nem pense nessa moto, ela vai aceitar tranquilamente uma incursão em uma estrada de terra ou cascalho, mas vai ser só isso. Seus pneus não vão dar estabilidade e aderência além das rodas de 17" passar todas as imperfeições do solo pro seu punho. Não se iludam pois essa moto não foi feita pra isso.

Acho que é isso, apesar do pouco tempo com ela tô curtindo muito a moto e acho ela uma ótima opção pra quem está saindo das 250/300cc e entrando na categoria de motos de maior cilindrada. Recomendo."

Retirado do PortalBigTrail.

domingo, 17 de agosto de 2014

A BOLÍVIA NA BERLINDA

 em algum lugar na Bolívia

Recentemente recebi um e-mail de um amigo que me informava em primeira mão a triste notícia que o estimado motociclista Eduardo Wermelinger (editor do site Rotaway) sofrera um assalto na Bolívia.

Naquele momento a informação devia ser mantida em sigilo, pois o mesmo ainda estava voltando para casa e avisar a família sobre o ocorrido, pelas páginas da web não seria nenhum pouco sensato.
Agora, são e salvo em casa, e após publicar seu relato dos fatos, o tema começa a gerar polêmica... viajar ou não pela Bolívia?

Segundo Nelson Rodrigues, “Toda unanimidade é burra”, assim como, toda generalização também.

Em 2011 rodamos pelo Paraguai, Bolívia, Peru, Chile e Argentina e não sofremos em nenhum momento perigo de assalto, sequestro ou risco de morte pelos temíveis narcotraficantes que assim como as cobras e macacos espalhados pelas ruas do Brasil, estão em todos os lados.
No entanto, assim que entramos no Paraguai fomos extorquidos por policiais corruptos em cerca de R$ 380,00.
Naquele momento, o ódio pelo país contaminava o sangue e a vontade de sair dali e nunca mais voltar eram nossa máxima.

Publiquei artigo sobre o ocorrido, juntamente com fotos e vídeos da extorsão e os comentários não demoraram a chegar, desde os desavisados que acabaram por cortar o Paraguai de seus roteiros, aos que compartilharam situações semelhantes, e claro, aqueles que amaram o país e desejavam voltar o quanto antes.
Certa vez comentei que não existe viagem igual, e que por mais que o mesmo caminho seja repetido, tudo será novo, as situações serão diferentes e dependendo do destino, até pontos turísticos diferentes poderão ser visitados.

Se eu volto ao Paraguai?
Passados um ano do episódio, é provável que sim, mas obviamente evitarei passar por Emboscada - sugestivo nome da cidade onde fomos assaltados pela polícia.

Durante nossa passagem pela Bolívia que possui um cultura fantástica, monumentos históricos de cair o queixo e estradas e paisagens de babar dentro do capacete, rodamos pela péssima Ruta 5 que está em construção e apresenta cerca de 200 km de areia fina, o que retardou nossa velocidade e fez com que saíssemos da nossa zona de conforto e segurança, rodando até a 1h da manhã no meio da Cordilheira dos Andes.
Corremos um risco, mas naquele momento não tínhamos o que fazer a não ser seguir em frente.

Dias depois, já deixando Potosí em direção a La Paz pela Ruta 1, fomos alertados tanto no hotel quanto no Posto de Combustível, que deveríamos evitar o abastecimento em Challapata, já que ali era um reduto conhecido por seus gatunos.
Confesso que seguimos um pouco apreensivos, mas como nossa autonomia permitia abastecer apenas em Oruro (315 km da nossa origem), tocamos o barco, eu em uma V-Strom e meu amigo Jeová em uma Boulevard 800.

Passamos tranquilamente pela região onde o amigo Eduardo sofreu o assalto.
Ele viajava sozinho pela Ruta 6 – paralela a nossa – quando foi ultrapassado e fechado por uma camionete de onde cinco bandidos saíram armados e começaram a lhe fazer “o rapa”.
Ele agiu certo não reagindo ao assalto, e após lamentáveis tapas, viu seus algozes partirem com tudo, menos a moto.

Isso caracteriza uma bandidagem de oportunismo, por que se fosse uma quadrilha focada em assaltar moto viajantes... a moto seria o principal objetivo e não documentos, câmeras e cartões.

Alguns questionam que por conta do Eduardo estar sozinho, isso facilitou a ação dos bandidos. Eu particularmente acho que um grupo de cinco amigos nada poderiam fazer contra homens armados bloqueando a estrada.

De toda forma, existem alguns procedimentos que podem ajudar a aumentar a segurança em longas ou médias viagens tanto pela América Latina como no Brasil, sendo:

1- Procure não fornecer muitas informações sobre o seu roteiro a estranhos – é comum sermos admirados e despertarmos a curiosidade de pessoas locais, seja na rua, no restaurante ou no hotel. Colocar estas pessoas a par da sua origem e do seu destino, é uma informação que pode cair em “mãos” erradas. Não tem o que falar, fale do tempo, elogie o último ponto turístico, a comida... sorria!

2- Não ostente equipamentos e demais pertences – em se tratando de Bolívia, Paraguai e até mesmo boa parte do Peru, o grau de pobreza é muito grande e evidente, e como já diz o ditado, a ocasião faz o ladrão. Não abra o seu notebook em praça pública, mantenha sua câmera no case, ande apenas com o dinheiro necessário no bolso.

3- Demonstre simpatia e humildade – você não é melhor do que ninguém só por que tem uma moto bacana ou possui condições para uma viagem internacional ou interestadual. Sorria sempre, incline-se e use as palavrinhas mágicas, infelizmente em desuso hoje em dia, como “por favor” e “obrigado”. Isso funciona até com a polícia.

4- Nunca viaje a noite – tenha em seu planejamento uma cidade destino que seja possível chegar antes do anoitecer, e saia cedo para que seu cronograma seja cumprido. No caso de alguma pane da moto ou outro contratempo, procure logo a cidade mais próxima e se hospede, por que os ratos saem a noite para se alimentar.

5- Mantenha-se alerto – tal qual os bandidos que agem nas portas de banco e supermercado aqui no Brasil, o alvo é sempre o cabra que vive no mundo da Lua, por isso esteja sempre atento. O retrovisor foi feito para ser olhado. Desconfie sempre de veículos que não te ultrapassem, mesmo com oportunidade para tal, ou que passam com o olhar muito fixo e não se afastam.
Lembre-se que o que aconteceu com os outros não acontecerá igualmente com você, poderá ser melhor ou muito pior, mas isso não é uma regra, é uma exceção.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE VIAGENS COM MOTOCICLETA

Viajar é bom e é preciso. Sair da rotina diária e termos a possibilidade de conhecer novos lugares, pessoas, costumes e valores sempre é bem vindo. E, se formos viajar de motocicleta, poderemos conhecer ainda melhor novas estradas e paisagens, fazendo com que cada momento se torne inesquecível pelo prazer de podermos agregar a emoção, paixão e a adrenalina.

Em viagens curtas ou passeios de finais de semana, por muitas vezes abrimos mãos de alguns itens muito importantes que fazem a diferença para a segurança. Devemos ter atenção. A proposta deste artigo é para percorrermos 200, 300, 400 e até 1000 km de distância de viagem, com pernoites, abastecimentos e locais por muitas vezes desconhecidos, em viagens de curta e média distância, com segurança, estratégia e planejamento.

Antes da confirmação para partida, devemos avaliar os aspectos de interesses pessoais da viagem, investimentos financeiros, disponibilidade de tempo, condições climáticas, estado de conservação das estradas, eventuais necessidades de manutenção preventiva e corretiva para a motocicleta e possíveis riscos as novas propostas de conquistas.

Se algum destes itens estiver em desacordo, muito cuidado, sinal vermelho para seguir em frente. Para que possamos ter maior controle, sucesso e segurança, verifique condições atuais da motocicleta, roupas, acessórios que serão transportados, pontos de abastecimentos, locais de alimentação, condições de hospedagem, principais pontos turísticos da viagem.

Avalie seu estado físico e emocional, faça um programa de viagem, avalie se necessita algum conhecimento específico de técnicas de pilotagem, reparos e primeiros socorros. Procure saber se demais participantes do grupo de viagem possuem as mesmas estratégias, interesses e condições propostas.

Adeque as regras, condutas, planejamento e responsabilidades de todos. Isto feito pode parecer algo muito rígido, mas é importante para que desde a partida, toda a viagem seja segura. Se algo estiver distante deste modelo, atenção, sinal amarelo para seguir em frente.

Estas etapas de preparos realizadas, avalie documentações pessoais, documentos da motocicleta, disponibilidade de uso de cartões bancários em outras localidades, seguro da motocicleta, seguro pessoal, telefones emergenciais, possível plano alternativo de rotas e paradas.

Prepare roupas de segurança, de frio e chuva. Moto preparada, equipamentos de segurança adequado, motivado e família avisada, luz verde para as novas sensações, desafios e conquistas. Atenção para os momentos iniciais de pilotagem, a distração pela emoção de uma nova partida, por vezes poderá tirar a atenção, esta mesma atenção deve ser redobrada para as paradas pelas estradas, mudanças repentinas de rotas, e principalmente nos pontos finais de chegada.

É importante ter validado que a viagem deve ser aproveitada, á todo momento, ter para si e para os amigos mais esta grande oportunidade de poder estar de braços abertos para o mundo, sentir o vento de frente. Não tenha pressa de chegar, mas evite pilotar em horários noturnos, principalmente por estradas desconhecidas.

Planeje paradas a cada 180 e 230 km de cada trecho, pare em locais seguros, abasteça a moto, tenha alimentação saudável, hidrate-se, faça alguns alongamentos, reveja a próxima rota, faça uma breve vistoria na motocicleta, veja se tudo está adequado e procure ter paradas sem desperdício de tempo. Jamais pare no acostamento e obedeça a regulamentação de trânsito.

Esteja sempre atento, olhe para o horizonte, sinta novos aromas, cuidado com a sedução das curvas, acelere nas subidas e cautela nas descidas. Ultrapasse as barreiras. Busque novos amigos, esteja aberto para novas amizades. Esqueça os problemas. Sorria. Mesmo em possíveis momentos de desconfortos de uma viagem de motocicleta, esteja proposto a seus novos desafios e limites. Resistir ao calor e a chuva, persistir na saudades e investir em você, fazem parte de quem esta proposto a ver e conhecer o mundo de uma forma diferente.


Ser motociclista é estar pronto para sair da zona de conforto e se desafiar, é buscar novas sensações, emoções e solidariedade.

Ser motociclista é poder ter a habilidade de sentir a importância da vida, e compartilhar as mesmas emoções. Que bom ser motociclista.

Para apoio e incentivo para detalhamento deste artigo, foi utilizado uma motocicleta Ducati, modelo Multistrada, onde literalmente tive a oportunidade de novas emoções, praticar técnicas diferenciadas de fora de estrada e conhecer a segurança da tecnologia de ponta para domar esta verdadeira fúria italiana. Freios ABS de última geração, controle de tração, multi-mapeamento para o motor e suspensão ativa são itens que dão segurança a qualquer situação. Todo o conjunto tem um porte imponente e um design fantástico, que faz os menos apaixonados por motocicletas se tornarem amigos e os demais grandes amigos. Com uma motorização de fazer o coração bater mais forte, e uma aceleração de esquecermos os amigos para trás, é fácil sentir a vida como ela é, intensa.

Oswaldo F. Jr, 49 anos, engenheiro, participou de diversos cursos de pilotagem no Brasil e exterior, diretor da empresa OMNO – Motorcycle Company Support, desenvolvendo atividades de treinamento, capacitação, consultoria e assessoria em motociclismo. Participou de diversas provas de resistência IBA, e possui larga experiência em longas viagens, em rotas pelo Brasil, Paraguai, Argentina, Uruguai, Chile, Portugal, Espanha, Marrocos, Islândia e Estados Unidos. Instrutor para cursos de primeiro socorros pela National Safety Council. Coordenador de programas para programas de formação e capacitação em motociclismo OMNO – Motorcycle Company Support (omnoweb.com.br). Diretor técnico da CBM – Confederação Brasileira de Motociclismo, modalidade MOTOTURISMO. Na CBM é responsável pelas provas HIPERAÇÃO de resistência e atividades de cursos, palestras e eventos.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

ESCOLHENDO UM CAPACETE

A escolha de um capacete não deve se ater tão somente ao estilo de sua moto, mas principalmente ao uso que você for dar a ela. É de praxe que pilotos de motos tipo custom usem capacetes abertos e de motos esportivas usem capacetes fechados, mas essa não deve ser a regra, apesar de que para todos o estilo conta muito!

CAPACETE ABERTO: o uso da moto na cidade é tão perigoso quanto em estrada, apesar da velocidade na cidade ser menor. Por essa razão é normal se flexibilizar o uso de capacetes abertos na cidade, até mesmo porque esses são menos quentes, especialmente no verão tropical, porém o código de trânsito obriga o uso de óculos “apropriados” em caso de capacetes abertos. Essa expressão não define claramente que tipo de óculos, mas na mão de um policial essa regra pode complicar seu passeio. É claro que o mesmo vale na estrada, mas se você estiver com um óculos que faça o contorno do rosto, isto é, que seja arredondado, facilitará a visão, especialmente porque você não vai ficar lacrimando pela ação do vento e pode ser um bom argumento junto ao policial “exigente”.



CAPACETE FECHADO: o uso da moto na estrada sugere que se tenha mais precauções em função da velocidade ser maior e do trânsito dos outros veículos. O uso do capacete fechado é sempre mais aconselhável por ser muito mais seguro que o capacete aberto, mas a escolha do capacete fechado precisa obedecer uma regra básica sob pena de poder ser até mais perigoso que um aberto: Ele precisa SER JUSTO NA CABEÇA. E como saber se está justo ou não?



1. Justo na circunferência da cabeça, a numeração do capacete é dada por essa medida (pegue uma fita métrica e meça sua cabeça envolvendo-a da testa até a nuca, isso facilitará saber seu tamanho. Muitos capacetes importados vêm com essa medida em polegadas. Para converter centímetros em polegadas multiplique a medida de centímetros por 0,393701. Se você tiver a medida em polegadas e quiser saber seu equivalente em centímetros multiplique por 2,54;

2. Justo nas laterais (bochechas apertadas contra a espuma) o normal é suas bochechas ficarem apertadas. O capacete só não pode ficar apertado na circunferência da cabeça, senão você não agüenta meia hora!;

3. Queixeira (parte frontal do capacete) afastada no mínimo 2,5 cm de seu queixo; OBS: para verificar se o capacete está justo ou não, peça para que alguém empurre-o pela queixeira, o capacete não pode tocar seu queixo se isso acontecer experimente outro modelo ou um tamanho menor, pois em um impacto no chão o capacete poderá fraturar seu maxilar e é justamente essa a finalidade do capacete fechado: proteger o rosto e o maxilar do piloto contra choques;

4. Cinta: ela deve ficar justa abaixo do queixo sem sufocar, devendo fixar o queixo de baixo para cima e não de baixo para trás;

5. Altura do capacete: é a medida que ele tem de cima até as laterais (próximo ao ombro), ser alto é mais seguro, pois em uma queda ele firma junto as proteções de ombro do macacão e diminui o movimento da cabeça para os lados, evitando possíveis fraturas de cervical.

Resumindo, o capacete ideal é sem dúvida o fechado por ser mais seguro, o que não quer dizer que o aberto não o seja, mas se você for andar em pistas de maior velocidade prefira o fechado, mesmo que sua moto seja uma custom. Lembre-se sempre: a segurança deve estar acima das preocupações estéticas.

 E lembre-se: usar capacete na moto, além de ser obrigatório é uma questão de sobrevivência e saúde. Muita saúde! ;)

Fonte: Motoban

terça-feira, 8 de julho de 2014

LUBRIFICADOR AUTOMÁTICO DE CORRENTES

Você lubrifica sua corrente constantemente e corretamente? Já rodou quantos kilômetros em uma longa viagem sem se dar conta na situação da corrente de sua moto? Não seria melhor se existisse algo automático que lubrificasse constantemente a relação da moto, aumentando sua vida útil? Esses equipamentos existem! Basicamente consistem em um reservatório com óleo de transmissão (SAE 90) com uma mangueira que vai dele até a coroa da moto, pingando óleo e lubrificando o sistema todo.

LoobMAN


Mas, você imaginou se existisse um lubrificador automático eletrônico, como seria mais eficiente esta tarefa?

Pois ele existe! É o Scottoiler eSystem!

 controlador

instalação final

Legal!

Mais informações no site do frabricante: Scottoiler

sábado, 5 de julho de 2014

SUBSTITUINDO LÂMPADA DO FAROL DA CB500X

Ao pilotar durante a noite, notei que o farol original da CB500X deixava a desejar. Assim, procurei uma outra lâmpada e acabei escolhendo a OSRAM X-RACER H4, com uma tonalidade de cor na faixa dos 4000 kelvin, parecendo um farol XENON.

Abaixo segue uma imagem que mostra a capa que deve ser tirada para se conseguir acessar a lâmpada e fazer a sua substituição:


A Honda se utilizou de uma idéia muito boa já utilizada por outras montadoras que é a fixação por clips ou grampos. É só pressionar o miolo do clip que ele salta, após é só retirar a capa.

Abaixo da capa, retirar o conector da lâmpada. Depois, retirar a peça de borracha que serve para vedação do farol.

Substitua a lâmpada e pronto! Repita os passos de trás para a frente e desfrute de uma nova luminosidade!

 nova lâmpada - farol baixo

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

MOCHILA, MOTO E VIAGEM: ESSAS COISAS COMBINAM?


O feriado de Carnaval está chegando (na verdade, já passou, rsrsrs) e, com ele, os planos de fazer uma viagem de moto estão próximos de serem colocados em prática. Roteiro feito, hospedagem confirmada, moto revisada, agora só está faltando “fazer as malas”, que em uma viagem de moto, para muitos motociclistas se resume em separar algumas coisas e colocar dentro da mochila, afinal é uma viagem de poucos dias.

Mais difícil que pensar em um bom lugar para passar o feriado é pensar no que é realmente preciso levar, já que o espaço para bagagem é limitado. Finalmente tudo está pronto, tudo tá lá, escova e pasta de dente, bermuda, camisetas, roupa íntima, blusa, meia, chinelos, capa de chuva (vai que chove no meio do caminho) e até um boné você conseguiu “socar” na mochila. Agora a mochila está, de certa forma, compacta! Compacta e de tão pesada você precisou pedir ajuda para colocá-la nas costas.

Enfim, você está na estrada, agora é só curtir os aproximados 500 Km até a cidade localizada no interior, escolha perfeita para fugir do caos urbano que é seu dia-a-dia. Mal passou o primeiro pedágio e você sente que uma alça da mochila está mais solta que a outra (problema fácil de ser resolvido), você encosta em um lugar seguro, ajusta a alça e rapidamente “cai na estrada novamente”.

Passado 150 Km, você começa a sentir um leve desconforto, mas nada qe desanime, você já vai ter que parar mesmo para abastecer. Então, você aproveita e toma um café, dá uma relaxada e vai embora porque ainda faltam 350 Km pela frente. Mais 100 Km se passaram e o incômodo continua e agora está ainda maior, você “estufa o peito” na tentativa de passar o desconforto e roda mais  100 torturantes quilômetros até o próximo ponto de parada para abastecer.

Mais da metade do trajeto já ficou para trás, mas ainda faltam 150 Km e, se tudo o que você precisa não tivesse dentro da mochila, você a deixaria por lá mesmo. Finalmente, você chega ao destino que tanto esperava. Não conseguiu aproveitar as belas paisagens do caminho porque a dor nas costas incomodava muito e, como se não bastasse, essa dor chata continua. Meio desanimado, você prefere ficar no quarto do hotel descansando na expectativa do dia seguinte a dor ter passado.

Toda essa história foi só para alertar o que alguns motociclistas, por experiência própria, já sabem: motociclista de mochila em uma viagem de moto não combina. Durante o dia-a-dia, a mochila é muito bem vinda, principalmente porque o tempo que ficamos com ela em nossas costas em cima de uma moto é muito pequeno comparado ao tempo de uma viagem.

Em uma viagem de moto, o ideal é termos instalados em nossas motos baús e alforges que supram as nossas necessidades e, muitas vezes, as necessidades do garupa que também precisa levar roupas e outros itens para poderem juntos aproveitar uma viagem. Além disso, a chuva é outro problema, a maioria das mochilas não são impermeáveis e, pode deixar o motociclista em apuros a procura de roupas secas.

Então, quando for viajar, caso não tenha baús e nem alforges instalados em sua motocicleta, procure por soluções simples como a utilização de “aranhas” e sacos plásticos ou capa de mochila para assegurar o seu conforto e garantir que seus pertences cheguem secos. Mas, evite acidentes, não se esqueça de se certificar que a sua mochila tenha ficado bem presa à motocicleta e boa viagem!

Autor: Leandro Lodo
Fonte: MOTO.com.br

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

ERGONOMIA EM MOTOCICLETAS

Sempre durante a compra de uma motocicleta, além de levarmos em conta a potência, cilindrada, tipo construtivo de motor, proposta, etc., também sempre ficamos nos imaginando como ficaremos em cima dela.

Perguntas nos enchem a cabeça: "será que não ficarei muito curvado?", "minhas pernas ficarão esticadas ou dobradas demais?", "ela é muito alta pra mim?"; e para nos ajudar nestas questões de ERGONOMIA é que o site Motorcycle Ergonomics foi criado.

Neste site, você "se simula" em cima da moto em questão. Escolhe-se o fabricante e o modelo, após isso você entra com suas informações (altura e comprimento de pernas). Com estas informações, o site lhe mostra graficamente como você ficará em cima da moto, e ainda lhe informará o ângulo que as pernas ficarão.

Ótima dica pra quem está observando uma futura aquisição!

sábado, 7 de abril de 2012

DICAS PARA A MANUTENÇÃO DA BATERIA DA MOTO

Hábitos simples e check-up periódico aumentam durabilidade.
Instalação de acessórios podem descarregar a bateria mais facilmente.

A manutenção da bateria da moto não requer muito trabalho, mas, apesar disso, é importante ter em mente os cuidados necessários para a sua vida útil, o que a maioria só lembra no momento de uma pane. Segundo especialistas, as baterias de moto duram em média três anos, falando especificamente das seladas, ou livres de manutenção, que são as utilizadas pelas maiorias das motos atualmente. Nas baterias convencionais, destinadas principalmente para motos mais antigas, a durabilidade cai para 1 ano e meio.

Voltímetro mostra se há fuga de corrente em bateria selada, a mais comum

A instalação de equipamentos, como alarmes e rastreadores, exige atenção porque eles podem causar a fuga de corrente. "Se isto ocorrer, a bateria pode não ter força suficiente para fazer a moto ligar", alerta Edson Esteves, professor de engenharia mecânica automobilística do Centro Universitário Fundação Educacional Inaciana (FEI). O engenheiro indica que a instalação seja feita somente em locais de confiança.

Outra dica é não deixar a moto parada por muito tempo, um problema para quem usa apenas aos fins de semana, por exemplo. "Se rodar, ao menos 5 km por dia, pode prolongar a vida útil da bateria para até quatro anos", acrescenta Esteves. O desuso e a rodagem por curtos períodos contribuem significativamente para o descarregamento da bateria, sobretudo das motos equipadas com alarmes e rastreadores, que acabam consumindo mais energia. "É importante não deixar a moto parada por uma semana que seja”, recomenda Rony Sousa, consultor de concessionária em São Paulo.

Andar com a moto regularmente aumenta a vida útil da bateria

Mesmo as motos que não têm tantos acessórios sofrem ao ficarem paradas. “Com mais de 3 meses sem uso, a bateria já começa a demonstrar sinais de fadiga”, diz Nelson Codonho, dono de loja e oficina especializada também na capital paulista.

Madeira no pé

Ele sugere o uso de um apoio de madeira ou borracha no "pezinho" que sustenta a moto quando parada. “Como a peça é de ferro e está em contato com o chão, cria-se uma corrente - como um fio terra - e toda a energia da bateria é dissipada. Tomando este cuidado, ela pode durar até 6 meses sem ser utilizada, já que a peça de apoio isola a corrente que passa pelo pezinho da moto", explica Codonho.

Ainda há outro artifício para evitar fuga de corrente. "Se a moto ficar parada por muito tempo, você pode desconectar os cabos da bateria, impedindo que a energia seja perdida", aconselha Esteves. Nesse caso, é importante saber a ordem da retirada dos cabos. “Primeiro, deve-se desconectar o cabo negativo e depois o positivo (protegido por uma capa de borracha), para que não haja um curto que prejudique os acessórios elétricos da moto. Na hora da montagem, é o inverso, primeiro o positivo e depois o negativo”, orienta o consultor Sousa (veja fotos abaixo).

Se for preciso desconectar os cabos, primeiro deve-se desligar o cabo negativo...


... e depois o cabo positivo, que é coberto por uma capa de borracha

Outro problema que pode ser resolvido com a desconexão dos cabos é a oxidação (formação de zinabre) na zona dos terminais ou bornes (polos positivos e negativos). “Estes depósitos podem dificultar a passagem da corrente elétrica. Por isso, caso os bornes estejam oxidados, é necessário remover os cabos e limpá-los com água quente ou uma mistura de água com querosene”, recomenda Sousa.

Check-up periódico

No inverno e em períodos chuvosos a vigilância sobre a bateria deve ser redobrada. A baixa temperatura faz o motor exigir mais força da bateria para girá-lo, pois o óleo fica mais grosso. A umidade pode provocar curto, por exemplo, em lâmpadas, o que fará consumir a carga erroneamente.

Mesmo que não exista sinais de problemas na bateria, é válido examiná-la periodicamente. "Se a bateria tem mais de um ano ou vai utilizá-la em uma viagem longa, o ideal é fazer uma inspenção em uma oficina", diz o professor Esteves, da FEI. Oficinas especializadas possuem equipamentos específicos que medem a carga da energia da bateria e também verificam se existe fuga de corrente.


Este aparelho verifica se a carga da bateria está completa

Se isso ocorrer, caso a bateria ainda esteja boa para uso, ela poderá receber uma carga elétrica. Se não houver solução, o recomendado é trocá-la. Os modelos convencionais custam em média R$ 110, enquanto a bateria selada tem valor em torno de R$ 150.

Baterias convencionais

Apesar de cada vez mais raras no mercado, algumas motos novas ainda são equipadas com baterias convencionais e requerem mais trabalho na manutenção. Elas precisam ser completadas com água destilada para manter a funcionalidade.


Densímetro mede a densidade da solução da bateria convencional

De acordo com o especialista André Lorenz, deve-se levar a moto equipada com esse tipo de bateria a uma oficina de confiança para avaliação de carga e também para medir a densidade da solução que existe nela. “Examinar semanalmente o nível da água e, se necessário, completar com água destilada ou desmineralizada, sem ultrapassar o nível, é o principal cuidado com este tipo de bateria. Isso vai garantir uma vida útil prolongada", explica.

E se parar de funcionar?

Caso o motociclista tente ligar a moto e o sistema não funcione, os especialistas indicam que chame socorro mecânico ou realize a chamada "chupeta", conectando cabos especiais a uma bateria de outra moto que esteja em funcionamento.

Como nem todas motos possuem o pedal de partida mecânico, no momento de pane muitos utilizam o artifício do tranco, que, no entanto, só deve ser usado em último caso. "Não é recomendável, pois faz o processo contrário para o funcionamento do sistema e pode danificar a moto, principalmente as mais novas com injeção eletrônica", explica o engenheiro Sousa.

Fonte: G1.com

sábado, 25 de fevereiro de 2012

EQUIPAMENTOS: QUANDO COMPRAR?

Em muitas oportunidades, logo após comprar uma nova motocicleta nós nos vemos a planejar a compra de equipamentos para a magrela, a fim de deixá-la com a nossa cara, ou mais confortável e/ou segura.

Os equipamentos, quem decide quais são os necessários e em qual ordem comprar sempre será o motociclista. Esqueça o conselho de experts. Primeiro faça uma lista dos acessórios que você pretende ou sonha em comprar, após isso vá marcando a ordem de necessidade ou prioridade deste equipamento. Como exemplo, eu tentei sempre comprar primeiro equipamentos que te dá um pouco de segurança a mais na condução da moto. Se planeje, guarde dinheiro, quebre o porquinho e comece a comprá-los.

Mas vá com calma! Não é necessário comprar todos os equipamentos ao mesmo tempo, pois sabemos que estes não são tão baratos e demandam de tempo para se guardar todo este dinheiro. E lembre-se: equipamentos de segurança e conforto não é gasto, é INVESTIMENTO!

Para conhecimento vou citar em ordem de compra os equipamentos que possuo em minha motocicleta. Serve de exemplo.

Baú/Bauleto


O primeiro acessório que comprei, claro acompanhado de um suporte de baú da Roncar. Pra quem começa se aventurar no belo caminho das motoviagens, este é um equipamento fundamental. No caso esse é um de 27 litros, porém existem opções maiores. Sempre observe a capacidade do baú, geralmente restrita aos 3kg.

Bolha


Em motos naked o vento que pega no peito do piloto pode incomodar se este pretende rodar por vários quilômetros, digo centenas. A bolha tem acima de uma função estética a função de desviar parte deste vento que incomoda o alegre motociclista. Gosta de viajar? Pense em comprar uma. Hoje possuo uma bolha da GIVI instalada, a foto é a bolha Twin da Motovisor.

Protetor de motor


Além de ser um protetor de motor, também é um descanso para os pés. Na verdade vale mais como protetor de motor...


Além destes equipamentos, exitem também os famosos bancos tipo cela que aumentam o conforto em viagens, afastador de alforge, alforges laterais, bolsa de tanque, tomada 12V... aí a lista segue, mas a necessidade quem define é você, motociclista!

Abraços!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

COMO IDENTIFICAR UM MOTOTURISTA


1) Sua big trail tem suporte para alforges ou para bauletos laterais;

2) A imagem de fundo de seu desktop com certeza tem um big trail;

3) Fala de moto com todo mundo, no trabalho, na rua e em casa, até mesmo com a esposa e sogra;

4) Tanto na sua moto como no carro de passeio ele tem adesivos de algum fórum de motociclismo, de MC ou MG;

5) Usa roupas de proteção de cordura e não de couro (estas são para os proprietários de motos esportivas);

6) Se ainda não tem um suporte de GPS preso na sua moto ainda vai colocar o seu algum dia destes;

7) Usa algum tipo de bolha na sua moto, sendo que alguns tem uma bolha média para uso na cidade e para pequenos passeios e uma bolha alta para longas viagens;

8) Basta olhar no painel e vc encontrará uma tomada de 12 V instalada em algum cantinho

9) No seu armário em casa vc encontrará diversos acessórios, tais como bolsa de tanque, bolsa "de garupa", alforges, calças de proteção, botas, capacete só para viagens e outros só para uso na cidade, etc.;

10) Fica rodando os canais de esporte e de turismo na TV por assinatura procurando alguma corrida (mesmo que seja de motovelocidade), documentário sobre motos ou turismo sobre algum lugar no qual ele possa ir de moto;

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

DESTINOS NACIONAIS OU INTERNACIONAIS?

O final de ano está chegando, junto as férias. Muitos motociclistas optam por esta época para realizarem viagens, porém observo que muitos estão preferindo viajar para o exterior ao invés de aproveitar nossas belezas primeiramente.

É lógico que existem destinos no exterior lindos e que merecem a visitação, tais como o Ushuaia, Salar de Uyuni, Deserto do Atacama, Colônia do Sacramento e por aí vai; mas, não seria mais legal conhecer a fundo o nosso país antes de empregar uma viagem ao exterior?


Salar de Uyuni, Bolívia

Belezas naturais não faltam ao nosso país!

Nobres/MT

O turismo de arquitetura também é rico!

Goiás/GO

E a culinária regional, o que dizer?


Sobá, prato típico de Campo Grande/MS

Sinto - e isso é a minha opinião - que se menospreza a viagem em solo nacional, pois estando ainda dentro do Brasil tudo seria mais fácil: mesma moeda, mesma língua, de uma forma ou outra estamos perto de casa, etc.; e a cada dia vemos mais viagens para o exterior.

Pergunte a um amigo que está planejando incursões para fora do país se ele conhece Bonito/MS, Nobres/MT, o Teatro Amazonas/AM, as praias do Nordeste, a capital de nosso país com sua arquitetura moderna, a Serra do Rio do Rastro/SC, o Rastro da Serpente/SP-PR, o Circuito das Águas/SP, o Sul de nosso país com a arquitetura européia, o queijo do Serro em Minas Gerais... Talves este amigo sempre ouviu falar em Ushuaia mas nunca lhe foi falado sobre passear até o centro geodésico da América do Sul, que fica no Brasil!

Esta lista é só 0,1% ou até menos do que temos de turístico em nosso país, a lista é bem maior!

Proponho que os motociclistas antes de realizarem o sonho de uma viagem ao exterior primeiramente conheça nosso grande e lindo país!

Através de sites como o Mochileiros é possível obter informações turísticas riquíssimas do Brasil e também de outros países; e através de informações sobre os destinos nacionais o amigo motociclista poderá montar o seu planejamento e, quem sabe, visitar a Praça Eurico Dutra em Rio Branco/AC!

Praça Eurico Dutra, em Rio Branco/AC

Bom planejamento e boas férias!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

COMO LAVAR CORRETAMENTE SUAS ROUPAS?


Você acabou de comprar aquela segunda-pele que a tempos estava namorando. Ou uma calça de material anti-abrasão e proteções. Após tanto tempo de espera para conquistar estes bem-vindos equipamentos de segurança, o amigo pode ter que comprar novamente estes itens se não respeitar os MÉTODOS DE LAVAGEM que esta roupa especial necessita.

Os símbolos de lavagem de roupas são um pouco difíceis de interpretar, então uma tabela vem a calhar!

Abaixo está disponível uma tabela para o amigo motociclista não perder o seu equipamento!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

KIT BÁSICO PARA 2 RODAS


Além de ser um piloto responsável, sua segurança depende também da qualidade, da conservação e do uso correto dos equipamentos essenciais para motociclistas. Veja se você está em dia com todos eles:


CAPACETE

Representa o principal item de segurança do motociclista, pois mais de 50% dos óbitos em acidente de moto são resultado de lesões graves na região crânio-encefálica. Hoje existem centenas de modelos disponíveis no mercado, com preços que variam de R$ 50 a R$ 3 mil. Nem sempre o valor está diretamente relacionado à qualidade ou capacidade de proteção. Os itens que devem ser observados na escolha do capacete são:
• Tamanho – o capacete de motociclista precisa vestir de forma bem justa, porque se estiver folgado a ação do vento irá deslocar o equipamento, podendo até impedir a visão. Não pode mexer na cabeça, nem em alta velocidade. Quando o capacete começa a ficar folgado é hora de substituí-lo.

• Viseira – só adquira capacetes com viseira antirrisco. A viseira deve ter mais de 1 mm de espessura e ser de cor clara (cristal). Só é permitido o uso de viseira escura se tiver a observação “Day light use only” (uso apenas na luz do dia).

• Fecho – pode ser de engate rápido ou de argolas. O sistema de engate rápido é mais prático, porém sujeito a desgaste. Já o sistema de argolas duplas tem durabilidade quase permanente, porém é mais trabalhoso de manipular. É importante manter o capacete sempre bem afivelado e com a tira ENCOSTANDO na pele de pescoço. Não pode haver folga! Capacete desafivelado oferece a mesma proteção de um boné!

• Material – basicamente são dois tipos: plástico ou fibras sintéticas. Pelas características de fabricação, os capacetes com calota de plástico são mais baratos (quanto maior a escala de produção, menor o custo). Porém pelo tipo de material oferece uma característica de efeito-mola que faz o capacete “quicar” no solo como uma bola de basquete. Já as calotas de fibra de vidro ou compostos de kevlar e aramida, são fabricadas em processo quase artesanal, em pequena escala (por isso são mais caros). Oferecem menor efeito-mola ao impactar com o solo e resistem a mais de um impacto no mesmo local. Ou seja, a fibra tem a capacidade de se reconstituir mais rapidamente do que o plástico.

• Durabilidade – Recomenda-se a troca de capacete a cada cinco anos, ou logo após algum impacto (queda). O estireno (isopor) interno não tem efeito-memória. É um material que amassa com o uso normal e não recupera as dimensões originais. Isso significa que o capacete ficará folgado apenas com o uso e deverá ser trocado. Capacete descartado deve ser inutilizado para impedir o reuso por outro motociclista. Não se compra – nem se vende – capacetes USADOS.

• Tipos – os capacetes abertos (chamados de Jet) devem ser usados acompanhados de viseira ou óculos de proteção. Não oferece proteção da região face e expõe o rosto a lesões graves. Os capacetes basculantes (conhecidos por “robocop”) são versáteis, no entanto são mais frágeis em relação ao integral e o mecanismo pode se abrir durante uma queda. O modelo mais indicado é o integral (fechado) com viseira. Jamais use modelos chamados de “coquinho”, pois são ilegais e não oferecem proteção.

• Manutenção – guarde o capacete sempre com a viseira aberta para ventilar e evitar a formação de mofo. A forração interna é removível para ser lavada. Use apenas sabão neutro. No casco use sabão neutro e cera polidora. Não pinte o capacete em qualquer oficina, procure apenas ateliês especializados em capacetes. Na viseira use lustra-móveis para a água deslizar nos dias de chuva. Troque a viseira quando estiver muito riscada. Existem produtos antibactericidas em spray que eliminar o mau odor e esterilizam a parte interna do capacete.

LUVAS

Nem é preciso ser muito observador para saber a importância das mãos. São elas que garantem nossa mão-de-obra e nosso sustento. Pela dinâmica dos acidentes, é normal o motociclista se proteger com as mãos. Por isso as luvas precisam ter proteções tanto na palma da mão quanto na parte superior. A pele dos dedos são de difícil restituição e se houver perda de material provavelmente o motociclista perderá o movimento dos dedos. Uma boa luva de couro precisa ter:

• Material resistente – o melhor material ainda é o couro. Azar dos bois...
• Costura dupla – é como um back-up da costura;
• Proteção rígida na parte superior – são aquelas placas de plástico sobre os dedos
• Dois velcros – um para regular a folga por cima do casaco e outro para fixar a luva no punho e impedir que saia em caso de atrito.

BOTAS OU CALÇADO RESISTENTE

Durante uma queda o corpo do motociclista sofre uma enorme onda de choque que se espalha e termina nas extremidades. Por isso é comum os calçados serem arremessados. Vítimas de atropelamento invariavelmente chegam aos hospitais sem calçados. No caso dos motociclistas tudo que não pode acontecer é ver seus calçados saírem voando e expor os pés ao impacto. As botas garantem que ficarão presas aos pés e ainda limitam a movimentação de pés e tornozelos durante a queda. Já existem calçados para trekking que se adaptam muito bem ao uso motociclístico.

CASACOS E MACACÕES

A pergunta mais freqüente é: qual a diferença entre couro e material sintético?

Couro – por ser um material orgânico de origem animal, o couro tem características semelhantes à nossa pele: tem poros, elasticidade e grande resistência à abrasão. Porém o couro absorve água e, quando molhado, aumenta demais o peso do conjunto. O ponto de fusão é muito alto e oferece pouca resistência ao vento, mas é mais pesado que a fibra sintética.

Material sintético – erroneamente chamado de Cordura (marca registrada da Dupont), os equipamentos sintéticos de poliéster são mais ventilados, impermeáveis e repelentes de água. Porém têm ponto de fusão baixo, ou seja, em caso de calor gerado pelo atrito com o solo, o poliéster derrete e se abre, expondo a pele do motociclista. Por isso é importante ter proteções internas de plástico EVA. Graças ao forro interno pode servir tanto para uso no calor ou no frio.

Macacões – existem modelos integrais e divididos em duas peças. O modelo dividido é mais versátil por permitir o uso apenas do casaco ou da calça separadamente. Porém, o zíper é um ponto vulnerável pois em caso de atrito com o solo pode abrir, expondo a pele do motociclista. Ao provar um macacão de couro, o motociclista precisa ficar de cócoras para saber se ficará apertado quando se posicionar na moto. É importante que o macacão tenha tiras de elasteno (elástico) para ficar justo à pele e evitar panejar com a ação do vento em alta velocidade.

Manutenção – qualquer item de couro deve ser limpo apenas com sabão neutro ou produtos especiais para calçados. Após chuva, seque à sombra e passe creme hidratante (de gente mesmo!). Para acabar com o ranger de botas, use vaselina líquida.

OUTROS

Protetor de coluna

Hoje em dia é um equipamento muito usado nas pistas, mas pouco usado nas estradas. Ele protege as vértebras e a coluna lombar. Com a vantagem de a cinta abdominal obrigar a manter uma postura mais ereta. Indicado para viagens em esportivas, trails e nakeds. Para motos custom torna-se desconfortável.

Protetor de pescoço

Apesar de proibido, é comum o uso de vidro moído em linhas de pipa (cerol). Em algumas motos não há local para instalação de uma antena anti-cerol, por isso existe um equipamento feito de neoprene com cabos de aço internos. É aconselhável para quem roda em periferia.

Capa de chuva

Mesmo no calor é sempre aconselhável ter uma capa de chuva por perto. No inverno a chuva pode se tornar uma grande inimiga. O vento frio em contato com o corpo faz a sensação térmica cair abaixo de zero grau. Em pouco tempo pode levar o motociclista à hipotermia.

fonte: webmotors.com

FINALMENTE, HOJE COMEÇA A TEMPORADA DA MOTOGP

Finalmente, depois de um longo inverno, as emoções da MotoGP retornam na data de hoje, com o GP do Qatar, direto do circuito de Losail, a ún...