sexta-feira, 20 de março de 2015
SJCAM SJ4000
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
FÓRUM SOBRE A HONDA CB500X
domingo, 11 de janeiro de 2015
APROVEITE AS FÉRIAS: REVISE SUA MOTO E VIAJE TRANQUILO
De acordo com Claudio Marques Bonfim, 45 anos, mecânico especializado e instrutor do curso de alto desempenho do Senai, os principais itens a serem verificados antes de uma viagem, independente da distância do roteiro, são três.
Thiago Marques, mecânico especializado em motocicletas acima de 600cc e proprietário de uma oficina no bairro do Butantã, zona sul de São Paulo, enumera ainda outros detalhes que devem ser lembrados na revisão “pré-férias” de sua moto. “O freio é algo que também deve estar em perfeito estado de funcionamento. Ou seja, as pastilhas devem estar adequadas e o fluido de freio deve ser verificado” Ele adverte que nunca se deve completar o fluído de freio. Se o nível estiver baixo é porque tem algum problema no sistema ou sinal de que as pastilhas estão gastas. Os fluídos devem sempre ser trocados nos períodos recomendados pela fabricante, ensina Marques.
- Trocar óleo e filtro do motor
- Filtro de ar
- Nível do líquido de arrefecimento do motor
- Vida útil do kit de relação da moto (se necessário, trocar)
- Esticar a corrente e lubrificar a cada saída
- Pneus (balanceamento, alinhamento, calibragem e estado de conservação)
- Injeção eletrônica
- Luzes gerais (farol, lanterna, setas, etc)
- Terminais elétricos
- Conjunto de suspensão (verificar funcionamento de compressão e retorno)
- Estado das velas
- Reaperto de porcas e parafusos
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
TOP 10 - EQUIPAMENTOS PARA VIAJAR
Protetores de mão
Normalmente utilizado em modelos de trilha (off-road), os protetores de mão ajudam contra ferimentos causados por galhos e espinhos, por exemplo. Na estrada, servem como auxílio contra frio e chuva. Em caso de quedas protegem os manetes e também as mãos do piloto de ferimentos mais graves.
Aquecedor de manopla
Item de série em diversos modelos, o acessório também está disponível como opcional para várias motos. Embora o Brasil não seja um país acostumado com temperaturas muito abaixo de zero, o equipamento pode salvar a vida do piloto. A sensação térmica durante a chuva, por exemplo, já é suficiente para, literalmente, travar os dedos e impedir que os manetes e comandos sejam usados com eficácia.Barras de proteção laterais
Outro item bem-vindo (e comum para bigtrails) em uma viagem são as barras laterais que protegem a carenagem. Elas podem livrar partes plásticas de impactos e até reduzir danos mecânicos. Uma vez que as quedas podem acontecer tanto em curtos e longos percursos, investir no acessório pode valer a pena.
Faróis de neblina
Faróis de neblina costumam ser úteis na estrada, pois oferecem iluminação a mais em condições adversas. Além disso, eles se enquadram naquele tipo de equipamento que alia funcionalidade com estilo, pois confere aspecto mais aventureiro para a moto. Principalmente se estivermos falando de uma bigtrail.Navegador GPS
Por mais que você saiba para onde está indo, o GPS pode ajuda-lo a encontrar rotas alternativas e ganhar tempo. Principalmente caso haja um acidente na estrada pela qual você está trafegando. Agora se é a primeira vez que você percorre tal caminho, o item é indispensável. Felizmente, já existem diversos tipos de suporte para encaixar o aparelho na moto, sendo alguns deles oferecidos pelo próprio fabricante.Malas laterais
Caso você pretenda percorrer uma longa distância, o melhor jeito de transportar a bagagem é nas malas laterais. Sejam elas em couro, tipo alforjes, ou de materiais rígidos, muitas podem ser removidas do suporte e carregadas como bagagem de mão. Mas, lembre-se: elas reduzem consideravelmente sua mobilidade. Portanto, corredores podem não ser mais uma opção e ultrapassagens exigem espaço maior de distância.Bolsa de tanque
Ainda sobre as malas, os modelos que se encaixam acima do tanque são outra boa opção para o motociclista viajante. Nela podem ser colocados itens pessoais como carteira, celular e dinheiro para um eventual pedágio. Além disso, alguns modelos ainda contam com uma "capa" plástica que pode abrigar um mapa, no caso do local não estar coberto pelo GPS.sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
INSTALANDO CAVALETE CENTRAL RONCAR NA CB500X
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
RELATOS DE UM FELIZ PROPRIETÁRIO DE UMA HONDA CB500X
"Motor
Motor sem vibrações, torque excelente com um câmbio bem escalonado porém com trocas de marcha duras e às vezes barulhentas. Comparando com a Tézinha o desempenho é mais que o dobro em todos os aspectos.
O que eu mais reclamva na té250 era sua velocidade de cruzeiro, andando a 100km/h a 7000rpm com a moto fazendo muito barulho e implorando por uma sexta marcha, na X vai a 120km/h a 5000rpm com o motor silencioso. Não curto muito velocidades altas, gosto mais de ir curtindo a estrada, mas se precisar de motor pra ultrapassagens ou dar uma esticada vai tranquilo, cheguei a 170km/h com folga pra ir um pouco mais, mas o motor só estava com 150km rodados e achei melhor parar por aí.
Primeira revisão é a de 1000km e a outra é de 6000km. Trocas de óleo a cada 6000km.
Suspensões
Novamente comparando com a Tézinha, mesmo a X tendo menor curso, achei ela muito melhor em termos de absorção e retorno. Lembrando que com os aros de 17" a gente sente muito mais os buracos e imperfeições da estrada.
Freios
Sempre reclamei dos freios da Tézinha, o dianteiro era borrachudo e o traseiro travava em qualquer freiada brusca. Já o da X eu tô no paraíso, comprei a com ABS e é perfeito, tanto o dianteiro como o traseiro.
Conforto
Banco muito melhor que na Tézinha, na Yamaha andava uns 80km e já precisava se mecher um pouco pra não formigar. No da X, além de ser antiderrapante é muito mais confortável, andei 200km no sábado e foi tranquilo.A posição de pilotagem em relação à Té250 é quase igual, só as pedaleiras que são mais recuadas deixando as pernas mais dobradas. Caso precise ficar de pé pra absorver algum impacto a posição é bem tranquila. mesmo tendo dois cilindros, tive a sensação de estar pilotando uma moto mais fina que a Té250.
Mesmo a bolha sendo muito pequena, passa a sensação de ser bem projetada, eu com 1,73m o vento passa acima dos ombros.
Painel e comandos
Muita informação em um espaço bem pequeno, mas é questão de costume. Legal o computador de bordo, praticamente inédito nas motos dessa cilindrada. Acho que faltou um indicador de marchas pois às vezes me perco em qual marcha estou, principalmente em alta velocidade.
Os comandos dos punhos são bem ergonômicos, só não entendi ainda qual o conceito da buzina ser no lugar do pisca e vice e versa. Acredito que vou me acostumar com isso, mas já dei várias buzinadas tentando usar o pisca. O interruptor de luz não tem a posição de desligar o farol - ligou a chave, ligou a luz.
Estabilidade
Com os pneus mais on e rodas aro 17" ela gruda nas curvas de asfalto, graças também às suspensões que mesmo sem opções de regulagens mais pró, já saem com um setup de fábrica muito bom
Offroad
Se você é adepto de pegar um off mais hard nas viagens (saltos, lama, buracos, etc), nem pense nessa moto, ela vai aceitar tranquilamente uma incursão em uma estrada de terra ou cascalho, mas vai ser só isso. Seus pneus não vão dar estabilidade e aderência além das rodas de 17" passar todas as imperfeições do solo pro seu punho. Não se iludam pois essa moto não foi feita pra isso.
Acho que é isso, apesar do pouco tempo com ela tô curtindo muito a moto e acho ela uma ótima opção pra quem está saindo das 250/300cc e entrando na categoria de motos de maior cilindrada. Recomendo."
domingo, 17 de agosto de 2014
A BOLÍVIA NA BERLINDA
Naquele momento a informação devia ser mantida em sigilo, pois o mesmo ainda estava voltando para casa e avisar a família sobre o ocorrido, pelas páginas da web não seria nenhum pouco sensato.
Agora, são e salvo em casa, e após publicar seu relato dos fatos, o tema começa a gerar polêmica... viajar ou não pela Bolívia?
Segundo Nelson Rodrigues, “Toda unanimidade é burra”, assim como, toda generalização também.
Em 2011 rodamos pelo Paraguai, Bolívia, Peru, Chile e Argentina e não sofremos em nenhum momento perigo de assalto, sequestro ou risco de morte pelos temíveis narcotraficantes que assim como as cobras e macacos espalhados pelas ruas do Brasil, estão em todos os lados.
No entanto, assim que entramos no Paraguai fomos extorquidos por policiais corruptos em cerca de R$ 380,00.
Naquele momento, o ódio pelo país contaminava o sangue e a vontade de sair dali e nunca mais voltar eram nossa máxima.
Publiquei artigo sobre o ocorrido, juntamente com fotos e vídeos da extorsão e os comentários não demoraram a chegar, desde os desavisados que acabaram por cortar o Paraguai de seus roteiros, aos que compartilharam situações semelhantes, e claro, aqueles que amaram o país e desejavam voltar o quanto antes.
Certa vez comentei que não existe viagem igual, e que por mais que o mesmo caminho seja repetido, tudo será novo, as situações serão diferentes e dependendo do destino, até pontos turísticos diferentes poderão ser visitados.
Se eu volto ao Paraguai?
Passados um ano do episódio, é provável que sim, mas obviamente evitarei passar por Emboscada - sugestivo nome da cidade onde fomos assaltados pela polícia.
Durante nossa passagem pela Bolívia que possui um cultura fantástica, monumentos históricos de cair o queixo e estradas e paisagens de babar dentro do capacete, rodamos pela péssima Ruta 5 que está em construção e apresenta cerca de 200 km de areia fina, o que retardou nossa velocidade e fez com que saíssemos da nossa zona de conforto e segurança, rodando até a 1h da manhã no meio da Cordilheira dos Andes.
Corremos um risco, mas naquele momento não tínhamos o que fazer a não ser seguir em frente.
Dias depois, já deixando Potosí em direção a La Paz pela Ruta 1, fomos alertados tanto no hotel quanto no Posto de Combustível, que deveríamos evitar o abastecimento em Challapata, já que ali era um reduto conhecido por seus gatunos.
Confesso que seguimos um pouco apreensivos, mas como nossa autonomia permitia abastecer apenas em Oruro (315 km da nossa origem), tocamos o barco, eu em uma V-Strom e meu amigo Jeová em uma Boulevard 800.
Passamos tranquilamente pela região onde o amigo Eduardo sofreu o assalto.
Ele viajava sozinho pela Ruta 6 – paralela a nossa – quando foi ultrapassado e fechado por uma camionete de onde cinco bandidos saíram armados e começaram a lhe fazer “o rapa”.
Ele agiu certo não reagindo ao assalto, e após lamentáveis tapas, viu seus algozes partirem com tudo, menos a moto.
Isso caracteriza uma bandidagem de oportunismo, por que se fosse uma quadrilha focada em assaltar moto viajantes... a moto seria o principal objetivo e não documentos, câmeras e cartões.
Alguns questionam que por conta do Eduardo estar sozinho, isso facilitou a ação dos bandidos. Eu particularmente acho que um grupo de cinco amigos nada poderiam fazer contra homens armados bloqueando a estrada.
De toda forma, existem alguns procedimentos que podem ajudar a aumentar a segurança em longas ou médias viagens tanto pela América Latina como no Brasil, sendo:
1- Procure não fornecer muitas informações sobre o seu roteiro a estranhos – é comum sermos admirados e despertarmos a curiosidade de pessoas locais, seja na rua, no restaurante ou no hotel. Colocar estas pessoas a par da sua origem e do seu destino, é uma informação que pode cair em “mãos” erradas. Não tem o que falar, fale do tempo, elogie o último ponto turístico, a comida... sorria!
2- Não ostente equipamentos e demais pertences – em se tratando de Bolívia, Paraguai e até mesmo boa parte do Peru, o grau de pobreza é muito grande e evidente, e como já diz o ditado, a ocasião faz o ladrão. Não abra o seu notebook em praça pública, mantenha sua câmera no case, ande apenas com o dinheiro necessário no bolso.
3- Demonstre simpatia e humildade – você não é melhor do que ninguém só por que tem uma moto bacana ou possui condições para uma viagem internacional ou interestadual. Sorria sempre, incline-se e use as palavrinhas mágicas, infelizmente em desuso hoje em dia, como “por favor” e “obrigado”. Isso funciona até com a polícia.
4- Nunca viaje a noite – tenha em seu planejamento uma cidade destino que seja possível chegar antes do anoitecer, e saia cedo para que seu cronograma seja cumprido. No caso de alguma pane da moto ou outro contratempo, procure logo a cidade mais próxima e se hospede, por que os ratos saem a noite para se alimentar.
5- Mantenha-se alerto – tal qual os bandidos que agem nas portas de banco e supermercado aqui no Brasil, o alvo é sempre o cabra que vive no mundo da Lua, por isso esteja sempre atento. O retrovisor foi feito para ser olhado. Desconfie sempre de veículos que não te ultrapassem, mesmo com oportunidade para tal, ou que passam com o olhar muito fixo e não se afastam.
Lembre-se que o que aconteceu com os outros não acontecerá igualmente com você, poderá ser melhor ou muito pior, mas isso não é uma regra, é uma exceção.
sexta-feira, 18 de julho de 2014
PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE VIAGENS COM MOTOCICLETA
Em viagens curtas ou passeios de finais de semana, por muitas vezes abrimos mãos de alguns itens muito importantes que fazem a diferença para a segurança. Devemos ter atenção. A proposta deste artigo é para percorrermos 200, 300, 400 e até 1000 km de distância de viagem, com pernoites, abastecimentos e locais por muitas vezes desconhecidos, em viagens de curta e média distância, com segurança, estratégia e planejamento.
Antes da confirmação para partida, devemos avaliar os aspectos de interesses pessoais da viagem, investimentos financeiros, disponibilidade de tempo, condições climáticas, estado de conservação das estradas, eventuais necessidades de manutenção preventiva e corretiva para a motocicleta e possíveis riscos as novas propostas de conquistas.
Se algum destes itens estiver em desacordo, muito cuidado, sinal vermelho para seguir em frente. Para que possamos ter maior controle, sucesso e segurança, verifique condições atuais da motocicleta, roupas, acessórios que serão transportados, pontos de abastecimentos, locais de alimentação, condições de hospedagem, principais pontos turísticos da viagem.
Avalie seu estado físico e emocional, faça um programa de viagem, avalie se necessita algum conhecimento específico de técnicas de pilotagem, reparos e primeiros socorros. Procure saber se demais participantes do grupo de viagem possuem as mesmas estratégias, interesses e condições propostas.
Adeque as regras, condutas, planejamento e responsabilidades de todos. Isto feito pode parecer algo muito rígido, mas é importante para que desde a partida, toda a viagem seja segura. Se algo estiver distante deste modelo, atenção, sinal amarelo para seguir em frente.
Estas etapas de preparos realizadas, avalie documentações pessoais, documentos da motocicleta, disponibilidade de uso de cartões bancários em outras localidades, seguro da motocicleta, seguro pessoal, telefones emergenciais, possível plano alternativo de rotas e paradas.
Prepare roupas de segurança, de frio e chuva. Moto preparada, equipamentos de segurança adequado, motivado e família avisada, luz verde para as novas sensações, desafios e conquistas. Atenção para os momentos iniciais de pilotagem, a distração pela emoção de uma nova partida, por vezes poderá tirar a atenção, esta mesma atenção deve ser redobrada para as paradas pelas estradas, mudanças repentinas de rotas, e principalmente nos pontos finais de chegada.
É importante ter validado que a viagem deve ser aproveitada, á todo momento, ter para si e para os amigos mais esta grande oportunidade de poder estar de braços abertos para o mundo, sentir o vento de frente. Não tenha pressa de chegar, mas evite pilotar em horários noturnos, principalmente por estradas desconhecidas.
Planeje paradas a cada 180 e 230 km de cada trecho, pare em locais seguros, abasteça a moto, tenha alimentação saudável, hidrate-se, faça alguns alongamentos, reveja a próxima rota, faça uma breve vistoria na motocicleta, veja se tudo está adequado e procure ter paradas sem desperdício de tempo. Jamais pare no acostamento e obedeça a regulamentação de trânsito.
Esteja sempre atento, olhe para o horizonte, sinta novos aromas, cuidado com a sedução das curvas, acelere nas subidas e cautela nas descidas. Ultrapasse as barreiras. Busque novos amigos, esteja aberto para novas amizades. Esqueça os problemas. Sorria. Mesmo em possíveis momentos de desconfortos de uma viagem de motocicleta, esteja proposto a seus novos desafios e limites. Resistir ao calor e a chuva, persistir na saudades e investir em você, fazem parte de quem esta proposto a ver e conhecer o mundo de uma forma diferente.
Ser motociclista é poder ter a habilidade de sentir a importância da vida, e compartilhar as mesmas emoções. Que bom ser motociclista.
Para apoio e incentivo para detalhamento deste artigo, foi utilizado uma motocicleta Ducati, modelo Multistrada, onde literalmente tive a oportunidade de novas emoções, praticar técnicas diferenciadas de fora de estrada e conhecer a segurança da tecnologia de ponta para domar esta verdadeira fúria italiana. Freios ABS de última geração, controle de tração, multi-mapeamento para o motor e suspensão ativa são itens que dão segurança a qualquer situação. Todo o conjunto tem um porte imponente e um design fantástico, que faz os menos apaixonados por motocicletas se tornarem amigos e os demais grandes amigos. Com uma motorização de fazer o coração bater mais forte, e uma aceleração de esquecermos os amigos para trás, é fácil sentir a vida como ela é, intensa.
Oswaldo F. Jr, 49 anos, engenheiro, participou de diversos cursos de pilotagem no Brasil e exterior, diretor da empresa OMNO – Motorcycle Company Support, desenvolvendo atividades de treinamento, capacitação, consultoria e assessoria em motociclismo. Participou de diversas provas de resistência IBA, e possui larga experiência em longas viagens, em rotas pelo Brasil, Paraguai, Argentina, Uruguai, Chile, Portugal, Espanha, Marrocos, Islândia e Estados Unidos. Instrutor para cursos de primeiro socorros pela National Safety Council. Coordenador de programas para programas de formação e capacitação em motociclismo OMNO – Motorcycle Company Support (omnoweb.com.br). Diretor técnico da CBM – Confederação Brasileira de Motociclismo, modalidade MOTOTURISMO. Na CBM é responsável pelas provas HIPERAÇÃO de resistência e atividades de cursos, palestras e eventos.
quinta-feira, 10 de julho de 2014
ESCOLHENDO UM CAPACETE
terça-feira, 8 de julho de 2014
LUBRIFICADOR AUTOMÁTICO DE CORRENTES
sábado, 5 de julho de 2014
SUBSTITUINDO LÂMPADA DO FAROL DA CB500X
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
MOCHILA, MOTO E VIAGEM: ESSAS COISAS COMBINAM?
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
ERGONOMIA EM MOTOCICLETAS
sábado, 7 de abril de 2012
DICAS PARA A MANUTENÇÃO DA BATERIA DA MOTO
Hábitos simples e check-up periódico aumentam durabilidade.
Instalação de acessórios podem descarregar a bateria mais facilmente.
A manutenção da bateria da moto não requer muito trabalho, mas, apesar disso, é importante ter em mente os cuidados necessários para a sua vida útil, o que a maioria só lembra no momento de uma pane. Segundo especialistas, as baterias de moto duram em média três anos, falando especificamente das seladas, ou livres de manutenção, que são as utilizadas pelas maiorias das motos atualmente. Nas baterias convencionais, destinadas principalmente para motos mais antigas, a durabilidade cai para 1 ano e meio.A instalação de equipamentos, como alarmes e rastreadores, exige atenção porque eles podem causar a fuga de corrente. "Se isto ocorrer, a bateria pode não ter força suficiente para fazer a moto ligar", alerta Edson Esteves, professor de engenharia mecânica automobilística do Centro Universitário Fundação Educacional Inaciana (FEI). O engenheiro indica que a instalação seja feita somente em locais de confiança.
Outra dica é não deixar a moto parada por muito tempo, um problema para quem usa apenas aos fins de semana, por exemplo. "Se rodar, ao menos 5 km por dia, pode prolongar a vida útil da bateria para até quatro anos", acrescenta Esteves. O desuso e a rodagem por curtos períodos contribuem significativamente para o descarregamento da bateria, sobretudo das motos equipadas com alarmes e rastreadores, que acabam consumindo mais energia. "É importante não deixar a moto parada por uma semana que seja”, recomenda Rony Sousa, consultor de concessionária em São Paulo.
Andar com a moto regularmente aumenta a vida útil da bateria
Mesmo as motos que não têm tantos acessórios sofrem ao ficarem paradas. “Com mais de 3 meses sem uso, a bateria já começa a demonstrar sinais de fadiga”, diz Nelson Codonho, dono de loja e oficina especializada também na capital paulista.
Madeira no pé
Ele sugere o uso de um apoio de madeira ou borracha no "pezinho" que sustenta a moto quando parada. “Como a peça é de ferro e está em contato com o chão, cria-se uma corrente - como um fio terra - e toda a energia da bateria é dissipada. Tomando este cuidado, ela pode durar até 6 meses sem ser utilizada, já que a peça de apoio isola a corrente que passa pelo pezinho da moto", explica Codonho.
Ainda há outro artifício para evitar fuga de corrente. "Se a moto ficar parada por muito tempo, você pode desconectar os cabos da bateria, impedindo que a energia seja perdida", aconselha Esteves. Nesse caso, é importante saber a ordem da retirada dos cabos. “Primeiro, deve-se desconectar o cabo negativo e depois o positivo (protegido por uma capa de borracha), para que não haja um curto que prejudique os acessórios elétricos da moto. Na hora da montagem, é o inverso, primeiro o positivo e depois o negativo”, orienta o consultor Sousa (veja fotos abaixo).
Se for preciso desconectar os cabos, primeiro deve-se desligar o cabo negativo...

Outro problema que pode ser resolvido com a desconexão dos cabos é a oxidação (formação de zinabre) na zona dos terminais ou bornes (polos positivos e negativos). “Estes depósitos podem dificultar a passagem da corrente elétrica. Por isso, caso os bornes estejam oxidados, é necessário remover os cabos e limpá-los com água quente ou uma mistura de água com querosene”, recomenda Sousa. Check-up periódico No inverno e em períodos chuvosos a vigilância sobre a bateria deve ser redobrada. A baixa temperatura faz o motor exigir mais força da bateria para girá-lo, pois o óleo fica mais grosso. A umidade pode provocar curto, por exemplo, em lâmpadas, o que fará consumir a carga erroneamente. Mesmo que não exista sinais de problemas na bateria, é válido examiná-la periodicamente. "Se a bateria tem mais de um ano ou vai utilizá-la em uma viagem longa, o ideal é fazer uma inspenção em uma oficina", diz o professor Esteves, da FEI. Oficinas especializadas possuem equipamentos específicos que medem a carga da energia da bateria e também verificam se existe fuga de corrente.

Se isso ocorrer, caso a bateria ainda esteja boa para uso, ela poderá receber uma carga elétrica. Se não houver solução, o recomendado é trocá-la. Os modelos convencionais custam em média R$ 110, enquanto a bateria selada tem valor em torno de R$ 150. Baterias convencionais Apesar de cada vez mais raras no mercado, algumas motos novas ainda são equipadas com baterias convencionais e requerem mais trabalho na manutenção. Elas precisam ser completadas com água destilada para manter a funcionalidade.

De acordo com o especialista André Lorenz, deve-se levar a moto equipada com esse tipo de bateria a uma oficina de confiança para avaliação de carga e também para medir a densidade da solução que existe nela. “Examinar semanalmente o nível da água e, se necessário, completar com água destilada ou desmineralizada, sem ultrapassar o nível, é o principal cuidado com este tipo de bateria. Isso vai garantir uma vida útil prolongada", explica. E se parar de funcionar? Caso o motociclista tente ligar a moto e o sistema não funcione, os especialistas indicam que chame socorro mecânico ou realize a chamada "chupeta", conectando cabos especiais a uma bateria de outra moto que esteja em funcionamento. Como nem todas motos possuem o pedal de partida mecânico, no momento de pane muitos utilizam o artifício do tranco, que, no entanto, só deve ser usado em último caso. "Não é recomendável, pois faz o processo contrário para o funcionamento do sistema e pode danificar a moto, principalmente as mais novas com injeção eletrônica", explica o engenheiro Sousa. Fonte: G1.com
sábado, 25 de fevereiro de 2012
EQUIPAMENTOS: QUANDO COMPRAR?
Os equipamentos, quem decide quais são os necessários e em qual ordem comprar sempre será o motociclista. Esqueça o conselho de experts. Primeiro faça uma lista dos acessórios que você pretende ou sonha em comprar, após isso vá marcando a ordem de necessidade ou prioridade deste equipamento. Como exemplo, eu tentei sempre comprar primeiro equipamentos que te dá um pouco de segurança a mais na condução da moto. Se planeje, guarde dinheiro, quebre o porquinho e comece a comprá-los.
Mas vá com calma! Não é necessário comprar todos os equipamentos ao mesmo tempo, pois sabemos que estes não são tão baratos e demandam de tempo para se guardar todo este dinheiro. E lembre-se: equipamentos de segurança e conforto não é gasto, é INVESTIMENTO!
Para conhecimento vou citar em ordem de compra os equipamentos que possuo em minha motocicleta. Serve de exemplo.
Baú/Bauleto

O primeiro acessório que comprei, claro acompanhado de um suporte de baú da Roncar. Pra quem começa se aventurar no belo caminho das motoviagens, este é um equipamento fundamental. No caso esse é um de 27 litros, porém existem opções maiores. Sempre observe a capacidade do baú, geralmente restrita aos 3kg.
Bolha

Em motos naked o vento que pega no peito do piloto pode incomodar se este pretende rodar por vários quilômetros, digo centenas. A bolha tem acima de uma função estética a função de desviar parte deste vento que incomoda o alegre motociclista. Gosta de viajar? Pense em comprar uma. Hoje possuo uma bolha da GIVI instalada, a foto é a bolha Twin da Motovisor.
Protetor de motor
Além de ser um protetor de motor, também é um descanso para os pés. Na verdade vale mais como protetor de motor...
Além destes equipamentos, exitem também os famosos bancos tipo cela que aumentam o conforto em viagens, afastador de alforge, alforges laterais, bolsa de tanque, tomada 12V... aí a lista segue, mas a necessidade quem define é você, motociclista!
Abraços!
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
COMO IDENTIFICAR UM MOTOTURISTA

2) A imagem de fundo de seu desktop com certeza tem um big trail;
3) Fala de moto com todo mundo, no trabalho, na rua e em casa, até mesmo com a esposa e sogra;
4) Tanto na sua moto como no carro de passeio ele tem adesivos de algum fórum de motociclismo, de MC ou MG;
5) Usa roupas de proteção de cordura e não de couro (estas são para os proprietários de motos esportivas);
7) Usa algum tipo de bolha na sua moto, sendo que alguns tem uma bolha média para uso na cidade e para pequenos passeios e uma bolha alta para longas viagens;
8) Basta olhar no painel e vc encontrará uma tomada de 12 V instalada em algum cantinho
9) No seu armário em casa vc encontrará diversos acessórios, tais como bolsa de tanque, bolsa "de garupa", alforges, calças de proteção, botas, capacete só para viagens e outros só para uso na cidade, etc.;
10) Fica rodando os canais de esporte e de turismo na TV por assinatura procurando alguma corrida (mesmo que seja de motovelocidade), documentário sobre motos ou turismo sobre algum lugar no qual ele possa ir de moto;
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
DESTINOS NACIONAIS OU INTERNACIONAIS?
É lógico que existem destinos no exterior lindos e que merecem a visitação, tais como o Ushuaia, Salar de Uyuni, Deserto do Atacama, Colônia do Sacramento e por aí vai; mas, não seria mais legal conhecer a fundo o nosso país antes de empregar uma viagem ao exterior?

Belezas naturais não faltam ao nosso país!
O turismo de arquitetura também é rico!
E a culinária regional, o que dizer?

Sinto - e isso é a minha opinião - que se menospreza a viagem em solo nacional, pois estando ainda dentro do Brasil tudo seria mais fácil: mesma moeda, mesma língua, de uma forma ou outra estamos perto de casa, etc.; e a cada dia vemos mais viagens para o exterior.
Pergunte a um amigo que está planejando incursões para fora do país se ele conhece Bonito/MS, Nobres/MT, o Teatro Amazonas/AM, as praias do Nordeste, a capital de nosso país com sua arquitetura moderna, a Serra do Rio do Rastro/SC, o Rastro da Serpente/SP-PR, o Circuito das Águas/SP, o Sul de nosso país com a arquitetura européia, o queijo do Serro em Minas Gerais... Talves este amigo sempre ouviu falar em Ushuaia mas nunca lhe foi falado sobre passear até o centro geodésico da América do Sul, que fica no Brasil!
Esta lista é só 0,1% ou até menos do que temos de turístico em nosso país, a lista é bem maior!
Proponho que os motociclistas antes de realizarem o sonho de uma viagem ao exterior primeiramente conheça nosso grande e lindo país!
Através de sites como o Mochileiros é possível obter informações turísticas riquíssimas do Brasil e também de outros países; e através de informações sobre os destinos nacionais o amigo motociclista poderá montar o seu planejamento e, quem sabe, visitar a Praça Eurico Dutra em Rio Branco/AC!
Bom planejamento e boas férias!
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
COMO LAVAR CORRETAMENTE SUAS ROUPAS?

Os símbolos de lavagem de roupas são um pouco difíceis de interpretar, então uma tabela vem a calhar!
Abaixo está disponível uma tabela para o amigo motociclista não perder o seu equipamento!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
KIT BÁSICO PARA 2 RODAS
Além de ser um piloto responsável, sua segurança depende também da qualidade, da conservação e do uso correto dos equipamentos essenciais para motociclistas. Veja se você está em dia com todos eles:
CAPACETE
Representa o principal item de segurança do motociclista, pois mais de 50% dos óbitos em acidente de moto são resultado de lesões graves na região crânio-encefálica. Hoje existem centenas de modelos disponíveis no mercado, com preços que variam de R$ 50 a R$ 3 mil. Nem sempre o valor está diretamente relacionado à qualidade ou capacidade de proteção. Os itens que devem ser observados na escolha do capacete são:
• Tamanho – o capacete de motociclista precisa vestir de forma bem justa, porque se estiver folgado a ação do vento irá deslocar o equipamento, podendo até impedir a visão. Não pode mexer na cabeça, nem em alta velocidade. Quando o capacete começa a ficar folgado é hora de substituí-lo.
• Viseira – só adquira capacetes com viseira antirrisco. A viseira deve ter mais de 1 mm de espessura e ser de cor clara (cristal). Só é permitido o uso de viseira escura se tiver a observação “Day light use only” (uso apenas na luz do dia).
• Fecho – pode ser de engate rápido ou de argolas. O sistema de engate rápido é mais prático, porém sujeito a desgaste. Já o sistema de argolas duplas tem durabilidade quase permanente, porém é mais trabalhoso de manipular. É importante manter o capacete sempre bem afivelado e com a tira ENCOSTANDO na pele de pescoço. Não pode haver folga! Capacete desafivelado oferece a mesma proteção de um boné!
• Material – basicamente são dois tipos: plástico ou fibras sintéticas. Pelas características de fabricação, os capacetes com calota de plástico são mais baratos (quanto maior a escala de produção, menor o custo). Porém pelo tipo de material oferece uma característica de efeito-mola que faz o capacete “quicar” no solo como uma bola de basquete. Já as calotas de fibra de vidro ou compostos de kevlar e aramida, são fabricadas em processo quase artesanal, em pequena escala (por isso são mais caros). Oferecem menor efeito-mola ao impactar com o solo e resistem a mais de um impacto no mesmo local. Ou seja, a fibra tem a capacidade de se reconstituir mais rapidamente do que o plástico.
• Durabilidade – Recomenda-se a troca de capacete a cada cinco anos, ou logo após algum impacto (queda). O estireno (isopor) interno não tem efeito-memória. É um material que amassa com o uso normal e não recupera as dimensões originais. Isso significa que o capacete ficará folgado apenas com o uso e deverá ser trocado. Capacete descartado deve ser inutilizado para impedir o reuso por outro motociclista. Não se compra – nem se vende – capacetes USADOS.
• Tipos – os capacetes abertos (chamados de Jet) devem ser usados acompanhados de viseira ou óculos de proteção. Não oferece proteção da região face e expõe o rosto a lesões graves. Os capacetes basculantes (conhecidos por “robocop”) são versáteis, no entanto são mais frágeis em relação ao integral e o mecanismo pode se abrir durante uma queda. O modelo mais indicado é o integral (fechado) com viseira. Jamais use modelos chamados de “coquinho”, pois são ilegais e não oferecem proteção.
• Manutenção – guarde o capacete sempre com a viseira aberta para ventilar e evitar a formação de mofo. A forração interna é removível para ser lavada. Use apenas sabão neutro. No casco use sabão neutro e cera polidora. Não pinte o capacete em qualquer oficina, procure apenas ateliês especializados em capacetes. Na viseira use lustra-móveis para a água deslizar nos dias de chuva. Troque a viseira quando estiver muito riscada. Existem produtos antibactericidas em spray que eliminar o mau odor e esterilizam a parte interna do capacete.
LUVAS
Nem é preciso ser muito observador para saber a importância das mãos. São elas que garantem nossa mão-de-obra e nosso sustento. Pela dinâmica dos acidentes, é normal o motociclista se proteger com as mãos. Por isso as luvas precisam ter proteções tanto na palma da mão quanto na parte superior. A pele dos dedos são de difícil restituição e se houver perda de material provavelmente o motociclista perderá o movimento dos dedos. Uma boa luva de couro precisa ter:
• Material resistente – o melhor material ainda é o couro. Azar dos bois...
• Costura dupla – é como um back-up da costura;
• Proteção rígida na parte superior – são aquelas placas de plástico sobre os dedos
• Dois velcros – um para regular a folga por cima do casaco e outro para fixar a luva no punho e impedir que saia em caso de atrito.
BOTAS OU CALÇADO RESISTENTE
Durante uma queda o corpo do motociclista sofre uma enorme onda de choque que se espalha e termina nas extremidades. Por isso é comum os calçados serem arremessados. Vítimas de atropelamento invariavelmente chegam aos hospitais sem calçados. No caso dos motociclistas tudo que não pode acontecer é ver seus calçados saírem voando e expor os pés ao impacto. As botas garantem que ficarão presas aos pés e ainda limitam a movimentação de pés e tornozelos durante a queda. Já existem calçados para trekking que se adaptam muito bem ao uso motociclístico.
CASACOS E MACACÕES
A pergunta mais freqüente é: qual a diferença entre couro e material sintético?
Couro – por ser um material orgânico de origem animal, o couro tem características semelhantes à nossa pele: tem poros, elasticidade e grande resistência à abrasão. Porém o couro absorve água e, quando molhado, aumenta demais o peso do conjunto. O ponto de fusão é muito alto e oferece pouca resistência ao vento, mas é mais pesado que a fibra sintética.
Material sintético – erroneamente chamado de Cordura (marca registrada da Dupont), os equipamentos sintéticos de poliéster são mais ventilados, impermeáveis e repelentes de água. Porém têm ponto de fusão baixo, ou seja, em caso de calor gerado pelo atrito com o solo, o poliéster derrete e se abre, expondo a pele do motociclista. Por isso é importante ter proteções internas de plástico EVA. Graças ao forro interno pode servir tanto para uso no calor ou no frio.
Macacões – existem modelos integrais e divididos em duas peças. O modelo dividido é mais versátil por permitir o uso apenas do casaco ou da calça separadamente. Porém, o zíper é um ponto vulnerável pois em caso de atrito com o solo pode abrir, expondo a pele do motociclista. Ao provar um macacão de couro, o motociclista precisa ficar de cócoras para saber se ficará apertado quando se posicionar na moto. É importante que o macacão tenha tiras de elasteno (elástico) para ficar justo à pele e evitar panejar com a ação do vento em alta velocidade.
Manutenção – qualquer item de couro deve ser limpo apenas com sabão neutro ou produtos especiais para calçados. Após chuva, seque à sombra e passe creme hidratante (de gente mesmo!). Para acabar com o ranger de botas, use vaselina líquida.
OUTROS
Protetor de coluna
Hoje em dia é um equipamento muito usado nas pistas, mas pouco usado nas estradas. Ele protege as vértebras e a coluna lombar. Com a vantagem de a cinta abdominal obrigar a manter uma postura mais ereta. Indicado para viagens em esportivas, trails e nakeds. Para motos custom torna-se desconfortável.
Protetor de pescoço
Apesar de proibido, é comum o uso de vidro moído em linhas de pipa (cerol). Em algumas motos não há local para instalação de uma antena anti-cerol, por isso existe um equipamento feito de neoprene com cabos de aço internos. É aconselhável para quem roda em periferia.
Capa de chuva
Mesmo no calor é sempre aconselhável ter uma capa de chuva por perto. No inverno a chuva pode se tornar uma grande inimiga. O vento frio em contato com o corpo faz a sensação térmica cair abaixo de zero grau. Em pouco tempo pode levar o motociclista à hipotermia.
fonte: webmotors.com
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