Dentre as novidades, estão:
Torcemos para que não seja apenas fake esta notícia! Até dia 22!

1954 MV Agusta CSTL 175 Turismo Lusso
A empresa começou com um desdobramento da aviação Agusta, empresa que foi formada pelo conde Giovanni Agusta, em 1923. O conde morreu em 1927, deixando a empresa nas mãos de sua mulher e filhos, Domenico, Vincenzo, Mario e Corrado. Vicenzo Agusta, juntamente com seu irmão Domenico, formaram a MV Agusta (Meccanica Verghera). Ao fim da Segunda Guerra Mundial, como um meio para salvar os empregos dos trabalhadores, e também para preencher a necessidade de pós-guerra barata, eles começaram a produzir os primeiros protótipos. O primeiro a ser produzido foi a "Vespa 98", assim chamado ironicamente.
Cagiva comprou o nome marcas MV Agusta, e em 1997 ela lançou a primeira MV Agusta moto. As novas motos eram máquinas esportivas de quatro cilindros e 750cc (a range F4), que incluía uma série limitada de produção, tal como a todos os modelos de trabalhos pintados de preto PRE ( "Produção Racing Especial"), que foi apresentada no filme "Eu, Robô". Em 2004, introduziu a sua primeira moto 1000 cc. Em 2004 marcou o fim da produção para as cerca de 750 máquinas desportivas, com a produção limitada de 300 RE ( "Racing Especial"), no modelo tradicional vermelho e prata livery.
MV Agusta também fez um número limitado de edições 750 cc F4 e F4 1000 cc "Ayrton Senna" em memória do falecido campeão da Fórmula Um, que era um ávido colecionador Ducati e MV Agusta. A renda foi revertida para o Instituto Ayrton Senna. 300 modelos de cada uma foram feitas no início dos anos 2000.
Eles também produzem um leque de motos 750 e 910 "nuas" chamadas Brutale. A produção é algo limitado, como é a política da empresa para produzir uma máquina de elite similar à Ferrari
Em 1999, o grupo Cagiva foi reestruturado para fins estratégicos e MV Agusta se torna a principal marca que inclui Cagiva e Husqvarna.
Em julho de
Em maio de
Atualmente as motos MV Agusta estão sendo montadas também no Brasil (alguns modelos) na fábrica da Dafra. Esta ação barateou os modelos da marca italiana em terras canarinhas!
F4, montada também no Brasil!
Fonte: Wikipedia
Bem pessoal, durante o MotoShow
Então, quando você chega a Moto Honda da Amazônia, você se surpreende pelo seu tamanho. Ela é enorme, parece até uma cidade! Os manauaras (quem nasce em Manaus) chamam ela de “Mãe Honda”, pois ela emprega muita, mas muita gente mesmo!!!!! Uma empresa muito bem organizada, logo quando chegamos (no plural pois estávamos em uns 35 fazendo a visita) fomos direcionados a uma sala, onde nos passaram um vídeo com a história da Honda, e a sua história no Brasil. Muito legal, tem uma foto da moto número 1 milhão (uma CGzinha toda quadrada, de 1987!!!) Depois de assistir ao vídeo e tudo mais, fomos conhecer o que realmente importa: a fábrica!!!!! Onde as motos são fabricadas. Perguntamos se era possível tirar alguma foto, e eles disseram que sim, com uma observação: que não tirássemos fotos da área de montagem dos motores (talvez eles já estivessem trabalhando com o novo motor 300cc, sei lá). Muito organizada, novamente.Várias linhas de produção, muitos operários montando as motos, pegando peças, testando as motos, montando os painéis..... muito legal ver que o trabalho de um depende muito do trabalho do seu companheiro. Todos de branco, chão impecavelmente limpo e espelhado, dá até gosto de andar pela montagem das motos. Bom, só ficamos pela montagem mesmo, e depois de algumas horas, fomos embora. Uma das coisas mais legais que achei, foi uma R1 vermelha na frente da Honda!!! Muito louco o cara trabalhar na Honda e ir de Yamaha pro trabalho!!!
Finalmente, depois de um longo inverno, as emoções da MotoGP retornam na data de hoje, com o GP do Qatar, direto do circuito de Losail, a ún...