domingo, 27 de julho de 2014

SAIBA PORQUE O DIA 27 DE JULHO É O DIA DO MOTOCICLISTA


Em 1998, constatando a existência de várias datas em que se comemorava o Dia do Motociclista, o que acabava por tornar a data sem valor, a ABRAM – Associação Brasileira de Motociclistas, iniciou o trabalho para estabelecer uma data única e nacional, a fim de se comemorar o Dia Nacional do Motociclista.

Após uma pesquisa, a entidade chegou à conclusão de que era desnecessário criar uma nova data, pois dentre as datas existentes, uma fora criada em 1982 por iniciativa do deputado Alcides Franciscatto, por sugestão de Rogério Gonçalves, na época, o proprietário da Concessionária Honda de Sorocaba, em homenagem póstuma ao seu ex-mecânico, o motociclista Marcus Bernardi, falecido em 27 de julho de 1974.

Como essa data já constava em algumas agendas, a ABRAM fechou questão e adotou o dia 27 de julho como o Dia Nacional do Motociclista, atuando imediatamente para sua efetiva difusão em todo país. Dentre as ações para alcançar tão nobre propósito, a associação criou no ano 2000 a Semana Nacional do Motociclista e o Prêmio ABRAM de Motociclismo, além disso propôs à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) a emissão de um selo homenageando o setor de duas rodas, o pedido foi aceito e em 2001 foi lançado na sede social da ABRAM, na época em Santo André, ABC Paulista, o Selo Postal Temático MOTOCICLETAS, uma edição especial com certa de 1 milhão de cartelas, trazendo um modelo antigo e um atual das 6 maiores marcas de motocicletas presentes no Brasil, o motociclismo entrava então para a história da filatelia nacional.

Não parou por aí, no ano de 2002 a ASSOHONDA – Associação Brasileira dos Concessionários Honda procurou a ABRAM para saber por que entre tantas datas havia adotado 27 de julho, e convencendo-se de não haver data melhor, resolveu adotar na data 27 de julho a Blitz Educativa Nacional e isso foi implantada em toda a rede de concessionários Honda no Brasil, o que sem dúvida ajudou a fortalecer a referida data, que é comemorada desde então todos os anos.

Assim se você é motociclista, comemore muito, pois essa é a data, 27 de julho, Dia Nacional do Motociclista.

Fonte: Hondamaniaco

sexta-feira, 18 de julho de 2014

PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE VIAGENS COM MOTOCICLETA

Viajar é bom e é preciso. Sair da rotina diária e termos a possibilidade de conhecer novos lugares, pessoas, costumes e valores sempre é bem vindo. E, se formos viajar de motocicleta, poderemos conhecer ainda melhor novas estradas e paisagens, fazendo com que cada momento se torne inesquecível pelo prazer de podermos agregar a emoção, paixão e a adrenalina.

Em viagens curtas ou passeios de finais de semana, por muitas vezes abrimos mãos de alguns itens muito importantes que fazem a diferença para a segurança. Devemos ter atenção. A proposta deste artigo é para percorrermos 200, 300, 400 e até 1000 km de distância de viagem, com pernoites, abastecimentos e locais por muitas vezes desconhecidos, em viagens de curta e média distância, com segurança, estratégia e planejamento.

Antes da confirmação para partida, devemos avaliar os aspectos de interesses pessoais da viagem, investimentos financeiros, disponibilidade de tempo, condições climáticas, estado de conservação das estradas, eventuais necessidades de manutenção preventiva e corretiva para a motocicleta e possíveis riscos as novas propostas de conquistas.

Se algum destes itens estiver em desacordo, muito cuidado, sinal vermelho para seguir em frente. Para que possamos ter maior controle, sucesso e segurança, verifique condições atuais da motocicleta, roupas, acessórios que serão transportados, pontos de abastecimentos, locais de alimentação, condições de hospedagem, principais pontos turísticos da viagem.

Avalie seu estado físico e emocional, faça um programa de viagem, avalie se necessita algum conhecimento específico de técnicas de pilotagem, reparos e primeiros socorros. Procure saber se demais participantes do grupo de viagem possuem as mesmas estratégias, interesses e condições propostas.

Adeque as regras, condutas, planejamento e responsabilidades de todos. Isto feito pode parecer algo muito rígido, mas é importante para que desde a partida, toda a viagem seja segura. Se algo estiver distante deste modelo, atenção, sinal amarelo para seguir em frente.

Estas etapas de preparos realizadas, avalie documentações pessoais, documentos da motocicleta, disponibilidade de uso de cartões bancários em outras localidades, seguro da motocicleta, seguro pessoal, telefones emergenciais, possível plano alternativo de rotas e paradas.

Prepare roupas de segurança, de frio e chuva. Moto preparada, equipamentos de segurança adequado, motivado e família avisada, luz verde para as novas sensações, desafios e conquistas. Atenção para os momentos iniciais de pilotagem, a distração pela emoção de uma nova partida, por vezes poderá tirar a atenção, esta mesma atenção deve ser redobrada para as paradas pelas estradas, mudanças repentinas de rotas, e principalmente nos pontos finais de chegada.

É importante ter validado que a viagem deve ser aproveitada, á todo momento, ter para si e para os amigos mais esta grande oportunidade de poder estar de braços abertos para o mundo, sentir o vento de frente. Não tenha pressa de chegar, mas evite pilotar em horários noturnos, principalmente por estradas desconhecidas.

Planeje paradas a cada 180 e 230 km de cada trecho, pare em locais seguros, abasteça a moto, tenha alimentação saudável, hidrate-se, faça alguns alongamentos, reveja a próxima rota, faça uma breve vistoria na motocicleta, veja se tudo está adequado e procure ter paradas sem desperdício de tempo. Jamais pare no acostamento e obedeça a regulamentação de trânsito.

Esteja sempre atento, olhe para o horizonte, sinta novos aromas, cuidado com a sedução das curvas, acelere nas subidas e cautela nas descidas. Ultrapasse as barreiras. Busque novos amigos, esteja aberto para novas amizades. Esqueça os problemas. Sorria. Mesmo em possíveis momentos de desconfortos de uma viagem de motocicleta, esteja proposto a seus novos desafios e limites. Resistir ao calor e a chuva, persistir na saudades e investir em você, fazem parte de quem esta proposto a ver e conhecer o mundo de uma forma diferente.


Ser motociclista é estar pronto para sair da zona de conforto e se desafiar, é buscar novas sensações, emoções e solidariedade.

Ser motociclista é poder ter a habilidade de sentir a importância da vida, e compartilhar as mesmas emoções. Que bom ser motociclista.

Para apoio e incentivo para detalhamento deste artigo, foi utilizado uma motocicleta Ducati, modelo Multistrada, onde literalmente tive a oportunidade de novas emoções, praticar técnicas diferenciadas de fora de estrada e conhecer a segurança da tecnologia de ponta para domar esta verdadeira fúria italiana. Freios ABS de última geração, controle de tração, multi-mapeamento para o motor e suspensão ativa são itens que dão segurança a qualquer situação. Todo o conjunto tem um porte imponente e um design fantástico, que faz os menos apaixonados por motocicletas se tornarem amigos e os demais grandes amigos. Com uma motorização de fazer o coração bater mais forte, e uma aceleração de esquecermos os amigos para trás, é fácil sentir a vida como ela é, intensa.

Oswaldo F. Jr, 49 anos, engenheiro, participou de diversos cursos de pilotagem no Brasil e exterior, diretor da empresa OMNO – Motorcycle Company Support, desenvolvendo atividades de treinamento, capacitação, consultoria e assessoria em motociclismo. Participou de diversas provas de resistência IBA, e possui larga experiência em longas viagens, em rotas pelo Brasil, Paraguai, Argentina, Uruguai, Chile, Portugal, Espanha, Marrocos, Islândia e Estados Unidos. Instrutor para cursos de primeiro socorros pela National Safety Council. Coordenador de programas para programas de formação e capacitação em motociclismo OMNO – Motorcycle Company Support (omnoweb.com.br). Diretor técnico da CBM – Confederação Brasileira de Motociclismo, modalidade MOTOTURISMO. Na CBM é responsável pelas provas HIPERAÇÃO de resistência e atividades de cursos, palestras e eventos.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

ESCOLHENDO UM CAPACETE

A escolha de um capacete não deve se ater tão somente ao estilo de sua moto, mas principalmente ao uso que você for dar a ela. É de praxe que pilotos de motos tipo custom usem capacetes abertos e de motos esportivas usem capacetes fechados, mas essa não deve ser a regra, apesar de que para todos o estilo conta muito!

CAPACETE ABERTO: o uso da moto na cidade é tão perigoso quanto em estrada, apesar da velocidade na cidade ser menor. Por essa razão é normal se flexibilizar o uso de capacetes abertos na cidade, até mesmo porque esses são menos quentes, especialmente no verão tropical, porém o código de trânsito obriga o uso de óculos “apropriados” em caso de capacetes abertos. Essa expressão não define claramente que tipo de óculos, mas na mão de um policial essa regra pode complicar seu passeio. É claro que o mesmo vale na estrada, mas se você estiver com um óculos que faça o contorno do rosto, isto é, que seja arredondado, facilitará a visão, especialmente porque você não vai ficar lacrimando pela ação do vento e pode ser um bom argumento junto ao policial “exigente”.



CAPACETE FECHADO: o uso da moto na estrada sugere que se tenha mais precauções em função da velocidade ser maior e do trânsito dos outros veículos. O uso do capacete fechado é sempre mais aconselhável por ser muito mais seguro que o capacete aberto, mas a escolha do capacete fechado precisa obedecer uma regra básica sob pena de poder ser até mais perigoso que um aberto: Ele precisa SER JUSTO NA CABEÇA. E como saber se está justo ou não?



1. Justo na circunferência da cabeça, a numeração do capacete é dada por essa medida (pegue uma fita métrica e meça sua cabeça envolvendo-a da testa até a nuca, isso facilitará saber seu tamanho. Muitos capacetes importados vêm com essa medida em polegadas. Para converter centímetros em polegadas multiplique a medida de centímetros por 0,393701. Se você tiver a medida em polegadas e quiser saber seu equivalente em centímetros multiplique por 2,54;

2. Justo nas laterais (bochechas apertadas contra a espuma) o normal é suas bochechas ficarem apertadas. O capacete só não pode ficar apertado na circunferência da cabeça, senão você não agüenta meia hora!;

3. Queixeira (parte frontal do capacete) afastada no mínimo 2,5 cm de seu queixo; OBS: para verificar se o capacete está justo ou não, peça para que alguém empurre-o pela queixeira, o capacete não pode tocar seu queixo se isso acontecer experimente outro modelo ou um tamanho menor, pois em um impacto no chão o capacete poderá fraturar seu maxilar e é justamente essa a finalidade do capacete fechado: proteger o rosto e o maxilar do piloto contra choques;

4. Cinta: ela deve ficar justa abaixo do queixo sem sufocar, devendo fixar o queixo de baixo para cima e não de baixo para trás;

5. Altura do capacete: é a medida que ele tem de cima até as laterais (próximo ao ombro), ser alto é mais seguro, pois em uma queda ele firma junto as proteções de ombro do macacão e diminui o movimento da cabeça para os lados, evitando possíveis fraturas de cervical.

Resumindo, o capacete ideal é sem dúvida o fechado por ser mais seguro, o que não quer dizer que o aberto não o seja, mas se você for andar em pistas de maior velocidade prefira o fechado, mesmo que sua moto seja uma custom. Lembre-se sempre: a segurança deve estar acima das preocupações estéticas.

 E lembre-se: usar capacete na moto, além de ser obrigatório é uma questão de sobrevivência e saúde. Muita saúde! ;)

Fonte: Motoban

terça-feira, 8 de julho de 2014

LUBRIFICADOR AUTOMÁTICO DE CORRENTES

Você lubrifica sua corrente constantemente e corretamente? Já rodou quantos kilômetros em uma longa viagem sem se dar conta na situação da corrente de sua moto? Não seria melhor se existisse algo automático que lubrificasse constantemente a relação da moto, aumentando sua vida útil? Esses equipamentos existem! Basicamente consistem em um reservatório com óleo de transmissão (SAE 90) com uma mangueira que vai dele até a coroa da moto, pingando óleo e lubrificando o sistema todo.

LoobMAN


Mas, você imaginou se existisse um lubrificador automático eletrônico, como seria mais eficiente esta tarefa?

Pois ele existe! É o Scottoiler eSystem!

 controlador

instalação final

Legal!

Mais informações no site do frabricante: Scottoiler

sábado, 5 de julho de 2014

SUBSTITUINDO LÂMPADA DO FAROL DA CB500X

Ao pilotar durante a noite, notei que o farol original da CB500X deixava a desejar. Assim, procurei uma outra lâmpada e acabei escolhendo a OSRAM X-RACER H4, com uma tonalidade de cor na faixa dos 4000 kelvin, parecendo um farol XENON.

Abaixo segue uma imagem que mostra a capa que deve ser tirada para se conseguir acessar a lâmpada e fazer a sua substituição:


A Honda se utilizou de uma idéia muito boa já utilizada por outras montadoras que é a fixação por clips ou grampos. É só pressionar o miolo do clip que ele salta, após é só retirar a capa.

Abaixo da capa, retirar o conector da lâmpada. Depois, retirar a peça de borracha que serve para vedação do farol.

Substitua a lâmpada e pronto! Repita os passos de trás para a frente e desfrute de uma nova luminosidade!

 nova lâmpada - farol baixo

FINALMENTE, HOJE COMEÇA A TEMPORADA DA MOTOGP

Finalmente, depois de um longo inverno, as emoções da MotoGP retornam na data de hoje, com o GP do Qatar, direto do circuito de Losail, a ún...