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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

SUBSTITUINDO O FILTRO DE AR DA CB500X

Olá, bom dia! Dias desses, após a revisão dos 12000km, tive de trocar o filtro de ar da CB. Nem a concessionária tinha o filtro, então recorri ao filtro HA-5013 da K&N.

Segue abaixo vídeo explicativo para a substituição do filtro de ar.


domingo, 26 de abril de 2015

ERIK BUELL FECHA AS PORTAS...

Erik Buell bem que tentou mas encerrou as atividades de sua montadora de motos em Wisconsin, nos EUA, a Erik Buell Racing, que acaba de pedir falência.

Em junho do ano passado, Buell lançou dois modelos “Street Fighter”, a naked ERB 1190 SX 2015 e superbike EBR 1190 RX. A EBR era uma tentativa de Buell retornar ao mercado depois de encerrar as atividades da Buell Motorcycle Co., que era de propriedade de Harley-Davidson, e foi encerrada em 2009.

De acordo com a imprensa especializada norte-americana, o fechamento da Erik Buell Racing foi uma surpresa para o mercado. A empresa tinha recebido promessas de um investimento de US$ 25 milhões da gigante montadora de motocicletas indiana Hero Motor Corp. Em comunicado à imprensa, entretanto, Buell informou que o investimento da indiana com a aquisição de 49,2% da companhia norte-americana não se concretizou. A imprensa informa que um dos motivos da retirada da Hero pode ser as baixas vendas dos modelos da Erik Buell Racing mesmo com grandes promoções da marca.

“Dizer que este revés é uma decepção não consegue expressar o que eu sinto agora. Pessoalmente, estou grato pelo apoio dos nossos pendentes dos trabalhadores, clientes e fornecedores. Embora este seja um final triste, eu, pessoalmente, espero ainda uma novo e melhor recomeço “, disse Buell no comunicado publicado no Milwaukee Journal Sentinel. A empresa vai a leilão para garantir recursos para os pagamentos de fornecedores, investidores e os 126 funcionários da extinta Erik Buell Racing.

Fonte: MOTORAID

terça-feira, 7 de abril de 2015

EFEITOS DA GASOLINA E27,5 E E30 EM MOTOCICLETAS

Foi divulgado o estudo realizado em conjunto pela Petrobras e técnicos da ABRACICLO sobre os efeitos da nova porcentagem de etanol na gasolina tupiniquim nos motores.



Foram feitos testes em motos carburadas, injeção, na maioria 125/150 e a maior cilindrada que foi usada foi 300cc a injeção, embora o relatório não cite o nome, da para deduzir que é uma CB 300R da Honda, que vai ser a que mais se aproxima as nossas motos em motor. A princípio não foi possível perceber nada alarmante em relação a essa mudança, principalmente em termos de perda de potência e autonomia, mas claro que tem coisas que só o tempo vai mostrar e existe a chance de algum modelo específico sentir mais a mudança que outros.
Um detalhe que achei curioso foi que de modo geral as motos sentiram menos a mudança que os carros.

Segue link do estudo: MME

domingo, 1 de março de 2015

HESKETH VAI FAZER "BUGATI VEYRON DE DUAS RODAS"

Depois de voltar à produção de motos com a naked 24, a Hesketh está trabalhando em um novo projeto cuja comparação é ambiciosa. “Se a 24 é como se fosse um Aston Martin, estamos trabalhando agora em um Bugatti Veyron'', revelou Paul Sleeman, chefe da marca britânica.


Apresentada em 2013, a Hesketh 24 tem motor de dois cilindros em “V” de 1.950 cc e produção limitada a 24 exemplares vendidos pelo preço de 35.000 libras (mais de R$ 150.000), cada. A moto ainda é pintada em branco com grafismos azul e vermelho, as mesmas cores do carro de Formula 1 pilotado pelo polêmico James Hunt. Até o momento 16 delas já foram vendidas no Reino Unido.

Fonte: iCarros

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

VELAS IRIDIUM NA MOTO, VALEM A PENA?

Quais as suas vantagens?

Fizemos uma pesquisa através do Google e lemos diversos textos de variados motociclistas, mecânicos e claro, da fabricante NGK de velas, para entendermos melhor quais as vantagens da vela de iridium. Os textos abordam os mesmos aspectos e selecionamos o do motociclista Daniel Ribeiro, por ser um dos mais 'objetivos' a respeito. Segue o mesmo.
As velas são responsáveis por criar a faísca dentro da câmara de combustão no momento exato em que o combustível está comprimido, gerando assim a combustão do mesmo e, desta combustão, o movimento que faz o motor virar.

Irídio (Iridium no idioma Inglês) é um elemento metálico extremamente duro e raro, relacionado a platina. Além de sua dureza, a principal propriedade que faz o Irídio atraente como um material eletrodo para as velas de ignição é o seu altíssimo ponto de derretimento (quase 2.500 ºC).

O Irídio não é um excelente condutor energético, por isso ele é usado em forma de liga, misturado com outros metais como a platina, cobre e zinco, desta forma, se tornando uma liga extremamente dura, com alto ponto de derretimento e excelente condutividade elétrica.

Tradicionalmente as velas de ignição possuem eletrodos de cobre ou platina.

Sendo então um metal mais durável e resistente, o Irídio permite a fabricação de eletrodos mais finos, desta forma, a tensão necessária para fazer a faísca na vela é muito menor, o que trás algumas vantagens:

Menos tensão (volts) é necessária, o que diminui a carga no sistema de ignição do motor.
Permite um espaço maior entre o eletrodo e o aterramento da vela sem aumentar a carga no sistema de ignição. Mais espaço significa uma faísca maior e portanto, aumento na eficiência da combustão.
Faísca mais precisa, sempre na posição correta e com o tempo correto, o que aumenta a eficiência da combustão.
Melhora na resposta do acelerador.
Economia de combustível (que depende mais de como você aproveita a melhora na resposta do acelerador)
Aumento na vida útil da vela. Velas de Iridium costumam ter o dobro da durabilidade.
Aumento da potência do motor (em torno de 1 a 3%)
No entanto, substituir as velas do motor por velas iridium não significa ter todas essas vantagens, e cada motor vai ter um comportamento diferente com este tipo de vela. Alguns motores nem mesmo possuem uma vela Iridium recomendada como substituta de uma vela tradicional.

Em motores que usam apenas uma vela por cilindro (maioria), as velas Iridium podem trazer algum ganho de desempenho. Porém, mesmo em motores que usam duas velas por cilindro, só o fato de durarem mais já é um bom motivo para usar este tipo de vela.

Pesquisando em alguns fóruns de motociclistas na Internet, muitos que estão usando velas iridium comentam que sentiram uma melhora no desempenho da moto, no que tange a potência e rapidez de resposta na aceleração e também que depois que começaram a usar velas iridium, a troca é feita num tempo bem maior que as velas 'normais'. Enfim, comprova o que foi escrito acima, pelo motociclista Daniel Ribeiro.

Fonte: Texto pelo motociclista Daniel Ribeiro, adaptado por RockRiders.com.br.

domingo, 4 de janeiro de 2015

VÍDEO DE MOTOR HONDA CG 125 EM FUNCIONAMENTO

Vídeo bacana, que mostra o funcionamento interno de um motor HONDA CG 125cc varetado.

Observe as trocas de marchas e a lubrificação em geral!

 

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

CONTRAN TORNA OBRIGATÓRIO SISTEMA ABS OU CBS NO FREIO DE MOTO NOVA


O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) determinou, em resolução publicada nesta terça-feira (9), que motos deverão sair de fábrica com sistemas que auxiliam na frenagem. Eles serão exigidos, de forma escalonada, a partir de 2016. Primeiro, para 10% das motocicletas novas. Até 2019, chegarão a 100%.

As motos novas que têm menos de 300 cc poderão ser equipadas com freios ABS, como o dos carros, que evita o travamento das rodas (veja no vídeo acima), ou com o CBS, que distribui proporcionalmente a força de frenagem para as duas rodas, a fim de garantir uma desaceleração rápida e segura.
Para motos com mais de 300 cc será obrigatório o ABS. Em motos de alta cilindrada, o sistema de freios ABS já está presente na maioria dos modelos. BMW, Harley-Davidson, Ducati e Triumph possuem ABS em toda sua linha vendida no Brasil.

O que é o ABS
 
O Anti-lock Braking System (sistema antitravamento de freios, em português), obrigatório desde janeiro deste ano para carros novos, impede que as rodas travem na frenagem brusca. Para o especialista em motos Roberto Agresti, colunista do G1, "testes em piso seco e condição de pavimentação ideal que comparam os espaços de frenagem de uma moto dotada de ABS e outra sem – e com um piloto habilidoso ao guidão – não resultam em grande diferença; contudo, a situação muda de figura se atrás do guidão estiver alguém inexperiente e/ou nem tão hábil, e, principalmente, se o chão estiver molhado".
O ABS permite frear forte a moto sem que a roda traseira levante. Ao acioná-lo, a alavanca do freio ou o próprio pedal podem trepidar, o que é normal.


O que é o CBS
 
CBS é sigla em inglês para "Combined Braking System" (sistema de freios combinados, em tradução livre). É mais barato e também diferente do ABS. Enquanto nos freios tradicionais existem acionadores independentes para frear a roda da frente (manete direito) e a traseira (pedal), o sistema combinado reparte a força de atuação entre os dois eixos.
A ideia do CBS é corrigir o mau hábito dos motociclistas de usar somente o freio traseiro, quando o ideal é acionar os dois, já que a maior parte do poder de frenagem de uma motocicleta está na dianteira. Com o sistema, a moto consegue parar antes.
O acionamento do freio combinado ocorre de maneira progressiva. É necessário pressionar o pedal com força, utilizando todo o seu curso, para entrar em ação a frenagem na roda dianteira. Com leves toques sobre o pedal, a força fica apenas na roda traseira.

Quando começa a valer
 
Veja o calendário de adoção dos sistemas, segundo a resolução 509 do Contran:
- a partir de 1º de janeiro de 2016: 10% da produção ou importação;
- a partir de 1º de janeiro de 2017: 30% da produção ou importação;
- a partir de 1º de janeiro de 2018: 60% da produção ou importação;
- a partir de 1º de janeiro de 2019: 100% da produção ou importação.
Estão dispensados dessa exigência veículos de uso exclusivo fora de estrada (off-road), militares, artesanais e cicloelétricos com potência até 4 kW e que não ultrapassem a velocidade de 50 km/h.

Custo da moto
 
Para a associação dos fabricantes, a Abraciclo, a indústria brasileira já tem capacidade de ser adequar à exigência. "Esta novidade trará mais segurança aos usuários. A norma é similar à existente na Europa", diz o diretor-executivo José Eduardo Gonçalves. Ele afirmou que "ainda é cedo" para saber o impacto da exigência desses equipamentos no preço das motos.
Segundo a Honda, que detém 80,4% do mercado brasileiro de motocicletas, a diferença de valor de uma moto com e outra sem ABS é de cerca de R$ 1,5 mil.
Recentemente, a montadora japonesa lançou uma versão da CG 150, moto mais vendida do país, com CBS. É o primeiro modelo de moto de baixa cilindrada com o sistema e o preço do modelo com esse item aumentou em R$ 180.

Antes da CG 150 Titan, apenas scooters de baixa cilindrada possuíam o sistema no Brasil. O modelo a inaugurar o sistema foi o Honda Lead e, posteriormente, o sistema apareceu no Honda PCX e a Dafra também equipou o Citycom 300i com o CBS. O próximo lançamento da marca brasileira, o Cityclass 200i, também terá o dispositivo de frenagem.

O CBS também aparece, como opcional, na linha 300 da Honda, composta por CB 300R e XRE 300, porém, neste caso o sistema trabalha em conjunto com o ABS e é chamado de C-ABS.

Como é a regra na Europa
 
A partir de 2016, todas as motos novas na Europa, com motores de cilindrada superiores a 125 cc, terão que possuir freios do tipo ABS, que evitam o travamento das rodas em frenagens bruscas.

Para modelos com tamanho de motores inferiores a 125 cc, será mandatório o ABS ou o CBS, que "reparte" a força da frenagem entre as rodas – a escolha de um deles pode ser feita pelo fabricante.

Fonte: G1

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

NOVA LEI PERMITE ELEVAR ADIÇÃO DE ÁLCOOL NA GASOLINA

A presidente Dilma Rousseff sancionou ontem (25 de setembro) a Lei 13.033 para elevar os índices de adição de biodiesel ao óleo diesel e de Etanol à gasolina. O texto foi publicado no "Diário Oficial" da União de ontem.


A lei eleva para 6% o índice obrigatório de mistura do biodiesel ao óleo diesel, a partir de 1.° de julho deste ano. Antes, o porcentual era de 5%. Pela norma, a partir de 1.° de novembro o porcentual subirá novamente, passando para 7%. Esse total,no entanto,poderá ser reduzido pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), a qualquer tempo, por motivo justificado, para até 6%.

No caso do Etanol na gasolina, a lei estabelece que o Poder Executivo poderá elevar a mistura obrigatória de adição de álcool anidro à gasolina para 27,5%, desde que constatada sua viabilidade técnica.

Antes, segundo a Lei 8.723/1993, o governo poderia elevar o porcentual de mistura do Etanol até o limite de 25%, ou reduzi-lo até 18%, piso que ficou mantido pela nova lei.

A medida, segundo o governo, ampliará o mercado e a procura por matéria-prima da Agricultura familiar. "Com essa nova medida, há uma ampliação em 40% do mercado brasileiro de biodiesel e isso, certamente, amplia a demanda por produtos da Agricultura familiar, gera mais renda para os produtores e diminui a necessidade de importação", disse o ministro do Desenvolvimento Agrário, Laudemir Müller.

A iniciativa, segundo o ministro, beneficiará 84 mil famílias de agricultores em todo o Brasil. A Lei 13.033 determina que todo o biodiesel necessário à adição obrigatória ao óleo diesel deverá ser fabricado, preferencialmente, com matérias-primas produzidas pela Agricultura familiar.

O aumento da adição do Etanol à gasolina era um pleito antigo dos produtores de açúcar e álcool. Nas contas da diretora-presidente da União da Indústria de Cana de Açúcar (Única), Elizabeth Farina, se a lei for colocada em prática e a mistura do Etanol à gasolina subir de 25% para 27,5%, o consumo anual do álcool anidro poderá aumentar em 1,2 bilhão de litros por ano. "É uma demanda potencial firme", diz Elizabeth.
 
Fonte: CenárioMT

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

MISTURA DE ÁLCOOL NA GASOLINA JÁ FOI DE 42%

Gasolina brasileira já chegou a ter 42% de álcool em sua composição

Mesmo após séculos de convívio com a agroindústria canavieira, somente no século XX o Brasil descobre no álcool uma opção energética atraente. Entre 1905 e meados da década de 1920, sucederam-se diversas tentativas da agroindústria sucroalcooleira de promover o álcool como combustível. Em 1927, a Usina Serro Grande de Alagoas lançou no Nordeste o álcool-motor “USGA”, que em seguida foi copiado por produtores das principais regiões canavieiras do país à época (São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e do próprio estado de Alagoas).

No final da década de 1920, o Instituto Nacional de Tecnologia - INT, que ainda se chamava Estação Experimental de Combustíveis e Minérios, fez experiências com motores a álcool, testados em um Ford de 4 cilindradas. Em 20 de fevereiro de 1931, o governo brasileiro estabeleceu o decreto n° 19.717, que obrigou a mistura de 5% de álcool na gasolina importada consumida pelo país. A criação do Instituto do Açúcar e do Álcool - IAA, em 1933, organizou as bases para o aumento da produção alcooleira nacional por meio de financiamentos de destilarias anexas às usinas de açúcar. Em 23 de setembro de 1938, o decreto-lei n° 737, estendeu a mistura de 5% de álcool à gasolina produzida no país, com a implantação da primeira refinaria nacional de petróleo.

No período entre 1942 e 1946, com as dificuldades de abastecimento de petróleo e derivados provocadas pela II Guerra Mundial, a mistura de álcool carburante à gasolina chegou a alcançar 42%.

Nas décadas de 1950 e 1960, porém, o álcool como carburante tornou-se menos interessante, tanto para o governo como para o empresariado do setor. Reduziu-se sensivelmente o percentual da mistura, atingindo, no início da década de 1970, 2,9% em todo o país e 7% na cidade de São Paulo.

Em meados da década de 1970, uma nova inversão da conjuntura econômica internacional, com a queda do preço externo do açúcar e o aumento do preço do petróleo, criou as bases para o retorno do álcool combustível à matriz energética nacional, inclusive com a introdução do uso exclusivo do etanol como carburante.

Em 2000, no Brasil, o álcool como combustível é usado de duas maneiras: adicionado à gasolina pura, em teores da ordem de 22% de álcool anidro, a 99,6 Gay-Lussac (GL) e 0,4% de água, formando uma mistura “gasool”, com o objetivo de aumentar a octanagem da gasolina pura utilizada nos carros comuns e reduzir a emissão de poluentes; e como álcool puro, na forma de álcool hidratado, a 95,5 GL, utilizado em veículos com motores desenvolvidos para o uso exclusivo de álcool hidratado como combustível.


O álcool mostra-se um bom combustível automotivo, apresentando um nível de octanagem superior ao da gasolina. Ademais, não contém enxofre, o que evita a emissão de compostos de enxofre e a contaminação dos conversores catalíticos, e tem uma pressão de vapor inferior a da gasolina, o que resulta em menores emissões evaporativas.

Os “choques do petróleo” ocorridos na década de 1970, em especial o segundo, em 1979, tiveram grande impacto sobre a economia do Brasil. Para minimizar o desequilíbrio na balança comercial brasileira, causado pela brusca elevação dos preços do petróleo, o governo federal decidiu implementar uma política energética cujo objetivo era reduzir o dispêndio líquido de divisas. Uma das principais vertentes dessa política foi incentivar fontes alternativas ao petróleo importado e o uso eficiente da energia, destacando-se os seguintes programas:

- Programa de Produção Antecipada de Petróleo;
- Programa de Eletrotermia;
- Programa de Uso Eficiente da Energia - Conserve;
- Programa Nacional do Álcool - Proálcool.

Por meio dessas políticas e medidas, ocorreu uma evolução significativa da produção nacional de petróleo e gás natural; o consumo final energético do álcool etílico por ano tem variado desde 1975 até 2000 entre 580 milhões e 10,6 bilhões de litros, tendo a produção atingido um volume máximo de 15,5 bilhões de litros em 1997; houve contração da demanda relativa de óleo combustível e de gasolina, ao mesmo tempo que houve expansão da demanda por outros derivados de elevado interesse social, como o gás liqüefeito de petróleo - GLP, o diesel e a nafta petroquímica para atender as necessidades do setor petroquímico, o que implicou na necessidade de investimentos nas refinarias para adequarem o perfil da produção ao consumo.

Fonte: Nova Cana

Veja AQUI o teor da Lei 8.723 de 28 de outubro de 1993 que disciplina os atuais 22% de álcool obrigatórios na mistura da gasolina brasileira. 

terça-feira, 8 de julho de 2014

LUBRIFICADOR AUTOMÁTICO DE CORRENTES

Você lubrifica sua corrente constantemente e corretamente? Já rodou quantos kilômetros em uma longa viagem sem se dar conta na situação da corrente de sua moto? Não seria melhor se existisse algo automático que lubrificasse constantemente a relação da moto, aumentando sua vida útil? Esses equipamentos existem! Basicamente consistem em um reservatório com óleo de transmissão (SAE 90) com uma mangueira que vai dele até a coroa da moto, pingando óleo e lubrificando o sistema todo.

LoobMAN


Mas, você imaginou se existisse um lubrificador automático eletrônico, como seria mais eficiente esta tarefa?

Pois ele existe! É o Scottoiler eSystem!

 controlador

instalação final

Legal!

Mais informações no site do frabricante: Scottoiler

domingo, 25 de março de 2012

DIFERENÇA ENTRE MOTORES OHV, OHC E DOHC

Você sabe a diferença entre os motores CHT, OHV, OHC e DOHC? Antes de saber a diferença entre essas siglas, é importante saber do que elas tratam. Saiba a diferença entre os tipos de motores a seguir.


Esta siglas tratam da engenharia empregada nas válvulas de admissão e exaustão de um motor 4 tempos. Dependendo do tipo de engenharia empregada na construção do motor, o comportamento deste muda bastante. As válvulas são responsáveis por grande parte do comportamento do motor no que diz respeito ao torque, a potência e o consumo de combustível.



CHT/OHV





CHT significa High Turbulance Chamber (câmara de alta turbulência) e OHV significa Overhead Valve (válvulas no cabeçote). Ambos são iguais. São motores mais antigos, porém muito confiáveis, duraveis e silenciosos. As válvulas no cabeçote são acionadas por balancins, que são acionados por varetas de comando. Geralmente estes motores possuem apenas uma válvula de admissão e uma válvula de exaustão por cilindro. Exemplos clássicos são a Honda Titan até 2003.



OHC/SOHC



OHC ou SOHC são iguais: (Single) Overhead Camshaft, ou árvore de comando (única) sobre o cabeçote. Significa que o motor possui uma árvore de comando no cabeçote, que é acionada por uma corrente de comando. Esta configuração é mais moderna e permite um desempenho superior ao comando por varetas, pois o tamanho das varetas é fixo e a mesma medida de abertura é a de fechamento das válvulas, quanto que no comando por árvore, o anglo de abertura e fechamento podem ser diferentes. Um exemplo é o motor da Honda Falcon.



DOHC



DOHC significa Double Overhead Camshaft, ou dupla árvore de comando sobre o cabeçote. É igual ao OHC, porém, existem duas árvores de comando no cabeçote (uma para as válvulas admissão, outra para as de escape. É o tipo mais moderno que existe, e geralmente, os motores possuem mais do que duas válvulas por cilindro. Um exemplo é a Honda Twister, que possui 4 válvulas, sendo duas de admissão e duas de exaustão, e que são acionadas por duas árvores de comando (uma para admissão, outra para exaustão).



Dependendo do propósito do motor, um tipo de engenharia de cabeçote pode ser melhor do que outro. Motores DOHC tendem a ter maior rotação, pois permitem uma abertura bem prematura das válvulas de admissão e um fechamento bem adiado das válvulas de exaustão. Isso se traduz em maior capacidade de admitir combustível e maior vazão dos gases. São motores com desempenho mais elevado, porém, maior consumo de combustível. Já os motores OHV tendem a ser mais econômicos justamente pela limitação do tempo de abertura das válvulas. É claro que o desempenho é sacrificado. Já os motores OHC são uma opção intermediária, que permitem um amplo controle dos tempos de abertura e fechamento das válvulas, mas com uma engenharia mais simples. Geralmente esta engenharia é usada em motores de torque máximo em baixas rotações.




Fonte: MotosBlog

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

E VOCÊ AINDA TERÁ UMA MOTO 2 TEMPOS! AMÉM!

A empresa italiana ATHENA apresentou na EICMA 2011 um sistema inovador de injeção direta de combustível para motores 2 tempos!

O sistema de injeção direta DICC (Controle de Combustão e Injeção Direta) foi criado por uma equipe que inclui o Engenheiro Jan Witteween, coordenador do projeto e especialista internacional em motores, Engenheiro Nino Henry, Professor de Engenharia Ambiental e Física da Universidade de Basilicata, técnicos da Athena e da Athena Evolution. O sistema inovador é patenteado em todo mundo pela Athena.

motor desenvolvido pela Athena - EICMA 2011

O Controle de Combustão e Injeção Direta é baseada no conceito de injeção direta de combustível no cilindro, através de injetores eletrônicos. Apenas o combustível necessário para o funcionamento do motor é inserido na câmara de combustão, que é tão somente por via aérea e não mais com a mistura inflamável; resultando assim em condições normais de funcionamento, na presença de misturas magras (com excesso de oxigênio) e criando situações dentro da câmara de carga estratificada de combustão, em todas as condições de carga do motor, bem como para excluir a maior parte do óleo lubrificante da combustão.

A Athena vê o novo sistema DICC como uma simples e efetiva solução de custos para motores 2 tempos, bem como a diminuição de consumo e emissão de poluentes. O uso de novos componentes disponíveis comercialmente, e não especificamente projetados, juntamente com uma tecnologia aplicável a motores existentes, minimiza a necessidade de um novo design do motor.

O sistema DICC garante uma redução de até 50% das emissões de poluentes e consumo de combustível. Erardo Ratzenbeck, gerente geral da Athena diz: “O DICC em nossa opinião é a tecnologia do terceiro milênio para reviver os grandes motores 2 tempos. Uma patente que adquirimos pelo prof. Nino Henry na Universidade de Basilicata e desenvolvido em conjunto com os nossos técnicos e o Engenheiro Jan Witteween; o sistema é conceitualmente simples, a injeção direta ocorre no cilindro. Ela pode ser aplicada a qualquer tipo de motor, incluindo a aviação e agricultura, com a simples substituição do cilindro. Esperamos uma grande resposta para este produto não só no motociclismo. Neste momento, é um orgulho para nós sermos uma empresa de propriedade multinacional italiana que emprega 800 pessoas."

Jan Witteween: "Muitos sabem que os motores 2 tempos têm caracterizado a minha carreira como designer, os motores 2 tempos de moto que contribuí para desenvolvimento ganharam 23 títulos mundiais entre os pilotos e construtores. Começamos em 1975 com a Aprilia Enduro Isle of Man, então eu mantive esse rítmo até 2004. O sistema DICC que desenvolvemos com nossos amigos da Athena, introduzindo no cilindro apenas o combustível necessário para operar o motor por via aérea e não mais por mistura inflamável, resulta em redução de 50% no consumo de combustível, menor consumo de lubrificante, redução de até 65% nas emissões de CO2, aumento da potência e da curva de entrega. É um sistema muito bom. Nosso primeiro objetivo agora é conseguir uma joint venture com fabricantes em larga escala, e também é nossa intenção desenvolvê-lo na pista de corrida."

A Vedamotors é uma empresa integrante do Grupo Athena, especializada na fabricação de elementos e peças para performance de motores. Lider no mercado nacional, a Vedamotors atua nos segmentos Off-Road, On-Road, ATV, Kart, Náutica, Jardim/Floresta, automotivo GNV e Indústria.

Fonte: Mundomoto Notícias

FINALMENTE, HOJE COMEÇA A TEMPORADA DA MOTOGP

Finalmente, depois de um longo inverno, as emoções da MotoGP retornam na data de hoje, com o GP do Qatar, direto do circuito de Losail, a ún...