quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Motoviagem do Feriadão - 12 de Outubro - Aparecida do Taboado/MS

Como estava planejado a muito tempo, dia 12 de outubro finalmente fui até a cidade de Aparecida do Taboado. Tudo preparado e combinado, fui com mais dois amigos de Twister e eu com a minha Fazer 250. O dia prometia, o “tempo de chuva” se erguia no horizonte. Completamos o tanque, calibramos os pneus e as 9:00 horas saímos do Auto Posto Pururuca, em Bálsamo/SP, com destino a cidade de Aparecida do Taboado/MS, passando pela “lendária” Ponte Rodoferroviária. Saímos e andamos em torno de uns 110km/h, contemplando as paisagens até chegar em Meridiano/SP. Paramos em um posto na beira da estrada para tomar um café da manhã. Lá, encontramos um motociclista com a sua GSX-R1000 e todos os equipamentos possíveis da Alpinestars. Ele tinha saído de madrugada de Jaboticabal/SP e estava indo com destino a sua casa, em Paranaíba/MS. Café da manhã tomado, montamos novamente nas motos e agora o ritmo foi maior, andávamos a uns 120km/h. Lá se vai a média de quase 30km/l!!!!!! A partir de Meridiano/SP, a nossa esquerda nós víamos o “tempo de chuva”: o negócio estava feio, parecia que estava chovendo muito, e o vento levando a chuva para o nosso lado. Quando chegamos no trevo de acesso a Aspásia/SP, o tempo mudou. Ventos laterais gélidos (já sob as tensas nuvens de chuva), você tinha que inclinar a moto com vontade mesmo para continuar a andar reto. Finalmente passamos por Santa Fé do Sul/SP e contemplamos a Ponte Rodoferroviária! Que ponte! Deve ter custado muito aos nossos cofres, por causa da majestade da ponte, e por causa da corrupção :(

Estávamos nos preparando pra tirar uma foto nossa na beira da ponte quando a chuva nos pegou. Corremos, pegamos as motos e fomos embaixo da ponte, esperar a chuva passar. Esperamos em torno de umas 2 horas até a chuva parar. Aí sim, voltamos para o início da ponte e tiramos uma foto. Muito linda a paisagem lá, dá pra você ver três estados: São Paulo, Mato Grosso do Sul à frente, e a direita, parecendo uma ilha gigante, aparece o estado de Minas Gerais!! Muito legal.

Tocamos então até a cidade de Aparecida do Taboado/MS, já as 13:40 horas, a procura de uma churrascaria para comer uma suculenta picanha! Cidade bonita, estilo de interior, um pouco suja mas deve ser por causa das chuvas. Encontramos for fim um restaurante self-service com churrasco, R$ 11,00 o quanto você agüentar comer. E ali almoçamos.

Neste restaurante vimos algumas loiras e morenas sul-matogrossenses. Lindas mulheres!

Depois do almoço, conversa fiada, mais fotos e pegamos “o rumo” de casa. Pingava um pouco, mas era aceitável. Ao cruzarmos a ponte para retornar ao estado de São Paulo, aí sim não teve escapatória: chuva, e digo mais, que chuva! É nesta hora que realmente percebi que tenho que comprar uma jaqueta impermeável! Bem, na volta nem tiramos fotos porque a chuva não dava trégua, voltamos batidão, paramos em um posto para reabastecer e pista novamente. Com relação ao transito, o pessoal estava voltando do feriado no sentido interior-capital, a pista estava lotada neste sentido. Adivinhem: ninguém respeitou nossas motos, vinham colados atrás, tiravam para ultrapassar em local proibido, empurravam a gente para fora da pista....... foi osso mas chegamos na nossa amada terrinha em torno das 18:00 horas, ensopados igual pinto no ovo mas contentes com a motoviagem! No meu reabastecimento, a surpresa: andamos 388,9 km; e a minha moto consumiu 15,86 litros, dando uma média de 24,6 km/l!!!! Que horrível, mas com certeza é por causa do tempo pesado, a chuva deve aumentar o atrito e o arraste entre o pneu e o asfalto e também a velocidade, que na volta foi de 100 a 110km/h, somando aos 120 ou mais no momento da ida; não deve ser uma média tão ruim! Sobre a rodovia SP 320, Euclides da Cunha, em momentos está com o asfalto liso, já em outros o asfalto está uma porcaria. O ponto positivo foi ver que o estado está construindo três bases operacionais da PM Rodoviária neste trecho que andamos: mais segurança para quem usa esta rodovia. É isso galera, este foi o meu feriado!! Até!!!



segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Visita a Moto Honda da Amazônia (Manaus/AM)

Bem pessoal, durante o MotoShow em Três Lagoas/MS, comentei com o Rafael M. que neste ano, em fevereiro, fiz uma visita a fábrica da Honda em Manaus/AM. Como ele não botou muita fé hausdhuashdu, aí vão os relatos e respectivas fotos!!!

Então, quando você chega a Moto Honda da Amazônia, você se surpreende pelo seu tamanho. Ela é enorme, parece até uma cidade! Os manauaras (quem nasce em Manaus) chamam ela de “Mãe Honda”, pois ela emprega muita, mas muita gente mesmo!!!!! Uma empresa muito bem organizada, logo quando chegamos (no plural pois estávamos em uns 35 fazendo a visita) fomos direcionados a uma sala, onde nos passaram um vídeo com a história da Honda, e a sua história no Brasil. Muito legal, tem uma foto da moto número 1 milhão (uma CGzinha toda quadrada, de 1987!!!) Depois de assistir ao vídeo e tudo mais, fomos conhecer o que realmente importa: a fábrica!!!!! Onde as motos são fabricadas. Perguntamos se era possível tirar alguma foto, e eles disseram que sim, com uma observação: que não tirássemos fotos da área de montagem dos motores (talvez eles já estivessem trabalhando com o novo motor 300cc, sei lá). Muito organizada, novamente.Várias linhas de produção, muitos operários montando as motos, pegando peças, testando as motos, montando os painéis..... muito legal ver que o trabalho de um depende muito do trabalho do seu companheiro. Todos de branco, chão impecavelmente limpo e espelhado, dá até gosto de andar pela montagem das motos. Bom, só ficamos pela montagem mesmo, e depois de algumas horas, fomos embora. Uma das coisas mais legais que achei, foi uma R1 vermelha na frente da Honda!!! Muito louco o cara trabalhar na Honda e ir de Yamaha pro trabalho!!!


sábado, 29 de agosto de 2009

A História da Motocicleta...

Conhecida simplesmente como moto, a motocicleta é um veículo de duas rodas equipado com um motor que propicia sua movimentação. Sua crescente utilização nos dias de agora pode ser explicada não só pelo baixo consumo do combustível de que necessita, mas também pelo seu preço relativamente acessível e pela diversidade de categorias e cilindradas que oferece, cada uma delas com seu próprio estilo e aplicação. A história da motocicleta teve inicio na segunda metade do século 19, e se confunde com o desenvolvimento da bicicleta porque a idéia de motorizá-la surgiu logo após o surgimento dos primeiros biciclos.
Foi durante o ano de 1867 que o americano Sylvester Howard Roper (1823-1896) mostrou aos amigos sua invenção, um pequeno velocípede de duas rodas equipado com motor de 2 cilindros (ilustração acima), movido a vapor (carvão). Mas ao experimentá-lo diante do público que comparecera ao local da demonstração, o inventor constatou que o motor utilizado não funcionava corretamente naquele veículo de dimensões reduzidas, e por isso abandonou o projeto. Simultaneamente, do outro lado do Atlântico o francês Louis Perreaux não tinha conhecimento do que fazia seu colega americano, mas também trabalhava no desenvolvimento de idéia semelhante. Ambos certamente se inspiravam no fato de que nessa época os navios e locomotivas movidas a vapor já eram comuns tanto na Europa como nos Estados Unidos, e na França e Inglaterra os ônibus a vapor já estavam circulando normalmente.
O velocípede Michaux-Perreaux
Apesar do fracasso de Rooper e Perreaux, o alemão Gottlieb Daimler (1834-1900) decidiu prosseguir com as experiências que os dois faziam. Tendo se afastado em 1883 da fábrica de motores onde trabalhava, por divergir do patrão Nikolaus August Otto, ele improvisou uma oficina no quintal de sua casa em Cannstatt, Alemanha, para desenvolver o seu próprio motor de combustão interna. Foi nesse local que Daimler e um ex-colega chamado Wylhelm Maybach, montaram um motor considerado evoluído para a época - conhecido como carrilhão -, que tinha 264 centímetros cúbicos, meio cavalo de força e 500 rotações por minuto.
Meses depois os dois sócios acabaram inventando um motor de quatro tempos com cilindro horizontal e funcionamento a gás ou gasolina, e o adaptaram a uma bicicleta feita quase toda de madeira, que trazia na parte traseira duas rodinhas extras, para ajudar o piloto a se manter equilibrado em cima do veículo. Esse motor, refrigerado a ar, era posicionado verticalmente no centro da máquina, e a transmissão de sua força à roda traseira feita através de uma correia. Patenteado com o nome de Einspur, o motor desse modelo desenvolvia 600 rotações por minuto e 0,5 cavalo de força, e ao ser testado fez o veículo no qual fora adaptado percorrer cerca de três quilômetros a uma velocidade média de seis quilômetros horários. No ano seguinte ele foi melhorado por seus criadores, passando a ter refrigeração a ar e um sistema de ignição acionado através de pequeno tubo mantido incandescente por bico de gás de gasolina.






moto Daimler (as duas imagens)
No dia 10 de novembro do mesmo ano um dos filhos de Daimler, de nome Paul, percorreu 9,5 km, de Cannstat até Unterturkhein, num percurso de ida e volta, tornando-se assim o primeiro motociclista do mundo. Entretanto, a participação de Gottlieb Daimler no desenvolvimento da motocicleta não foi além desse ponto, porque posteriormente ele se associou a outro alemão, Karl Benz (1844-1929), para que juntos os dois pudessem fundar a fábrica que receberia o nome de Mercedes. Com respeito à motocicleta criada por Daimler, as coisas não morreram por aí, pois apesar dela ter permanecido como protótipo durante alguns anos, em 1894 os industriais Heinrich Hildebrand e Alois Wolfmüller, donos de uma fábrica de motores estabelecida em Munique, Alemanha, conseguiram elevar a potência do veículo a dois cavalos, e passaram a chamá-lo de Motor road – Roda Motorizada.
Eles também decidiram patentear um modelo comercial desse veículo de duas rodas que derivava da bicicleta, mas com tantas modificações em relação ao projeto inicial que esse trabalho resultou no surgimento de um tipo de veículo mais pesado, com vibrações mais acentuadas, maior velocidade e rigidez e, de um modo geral, maior solidez das peças. No prospecto de apresentação desse primeiro motociclo fabricado em série, os inventores anunciavam, orgulhosos: "Em testes especiais, é possível elevar a velocidade a uns 60 km por hora. Mas quem ousaria andar a tal velocidade?" E de fato, inicialmente foram poucos os compradores do Motor road. A partir daí começaram a surgir, embora ainda timidamente, as primeiras fábricas de motocicletas: assim foi que em 1865 instalou-se a alemã Stern; em 1896, a francesa Bougery e a inglesa Excelsior .No ano seguinte, em 1897, os irmãos Eugene e Michel Werner criaram o primeiro motociclo fora do território alemão - a motocyclette, um modelo com dois cavalos de potência, que inspirou todas as outras motocicletas que vieram depois.

O sucesso imediato despertou o interesse de engenheiros e inventores, fazendo nascer em 1897 a marca italiana Bianchi. Nesse mesmo ano, na Inglaterra, Edward Butler construiu um triciclo com ignição elétrica, equipado com carburador cuja alimentação provinha de depósito a ele anexado. Em 1902 o francês Georges Gauthier bolou a lambreta, um veículo que apesar de oferecer menor estabilidade, tinha a vantagem de ser mais leve e sobretudo mais econômico. Pouco adiante, em 1910, surgiu no mercado o side-car, um tipo de motocicleta que trazia atrelado em seu lado direito um carrinho para o transporte de passageiros, e que foi muito usado pelas tropas alemãs durante a Segunda Guerra Mundial. Durante as duas primeiras décadas do século 20 as experiências para adaptação de um motor a vapor em veículos leves foram se sucedendo, e mesmo com o advento do motor a gasolina (combustão interna), elas continuaram sendo feitas até 1920, quando então foram abandonadas definitivamente.

Daí em diante a indústria do ramo passou a apresentar regularmente modelos cada vez mais sofisticados, conquistando a simpatia e preferência de um público numeroso que inclui atualmente homens e mulheres em todos os países, e de quase todas as faixas de idade. No início do século 20 a Europa possuía cerca de 43 fábricas de motocicletas, mas o interesse despertado pelo tipo de veículo que elas produziam era tão grande que em 1910 o seu número chegou a 394 em todo o mundo, das quais 208 encontravam-se instaladas na Inglaterra. Entretanto, a maioria delas se viu forçada a paralisar suas atividades em virtude da acirrada concorrência que dominava esse segmento de mercado. Nos Estados Unidos, as primeiras dessas indústrias - a Columbia, a Orient e a Minneapolis - surgiram em 1900, mas dez anos depois esse número subiu para vinte. Diante disso, os fabricantes do mundo inteiro se viram diante da necessidade de introduzir constantes inovações em seus produtos, cada um deles procurando atrair para a sua indústria o interesse da clientela potencial.

motocicleta Monark
A história da motocicleta no Brasil se inicia em 1910, quando muitas motos européias e algumas de fabricação americana foram importadas por empresas que se iniciavam nesse segmento de mercado, juntamente com veículos similares como side-cars e triciclos com motores. Poucos anos depois, no final daquela década, já existiam cerca de 19 marcas concorrentes rodando no país, entre elas as americanas Indian e Harley-Davidson, a belga FN de 4 cilindros, a inglesa Henderson e a alemã NSU. Essa grande diversidade de modelos de motos proporcionou o surgimento de diversos clubes e alguns tipos de provas e competições esportivas, como a do percurso entre as cidades do Rio de Janeiro a São Paulo, por exemplo, em uma época em que essas duas capitais não eram ligadas por nenhuma rodovia. No final da década de 30 começaram a chegar ao Brasil as máquinas japonesas, a primeira, da marca Asahi. Durante a segunda guerra mundial, as importações de motos foram suspensas, mas retornaram com força após o final do conflito, em 1945.
A primeira motocicleta fabricada no Brasil foi a Monark, ainda com motor inglês BSA de 125cm3, em 1951.. Depois a fábrica lançou três modelos maiores com propulsores CZ e Jawa, da Tchecoslováquia e um ciclomotor (Monareta) equipado com motor NSU alemão. Nessa mesma década apareceram em São Paulo as motonetas Lambreta, Saci e Moskito e no Rio de Janeiro começaram a fabricar a Iso, que vinha com um motor italiano de 150cm3, a Vespa e o Gulliver, um ciclomotor. O crescimento da indústria automobilística no Brasil, juntamente com a facilidade de compra dos carros, a partir da década de 60, praticamente paralisou a indústria de motocicletas. Somente na década de 70 o motociclismo ressurgiu com força, verificando-se a importação de motos japonesas (Honda, Yamaha, Suzuki) e italia-nas. Surgiram também as brasileiras FBM (que só subia embalada) e a AVL. No final dos anos 70, início dos anos 80, várias montadoras surgiram no país, como a Honda, Yamaha, Piaggio, Brumana, Motovi (nome usado pela Harley-Davidson na fábrica do Brasil), Alpina, etc. Nos anos 80 observou-se outra retração no mercado de motocicletas, quando várias montadoras fecharam as portas. Foi quando apareceu a maior motocicleta do mundo, na época, a Amazonas, que tinha motor Volkswagen de 1600cm3, da Brasília. Atualmente a Honda e a Yamaha dominam o mercado brasileiro, e são seguidas pela, Suzuki, Kasinski, Sundown , Daelin, Harley-Davidson.

FERNANDO KITZINGER DANNEMANN
Publicado no Recanto das Letras em 04/05/2007
Código do texto: T474262

FRASES MOTOCICLÍSTICAS


1.. Nunca pilote mais rápido do que o seu anjo da guarda possa voar.

2.. Ditado custom: Quando morrer quero ser cromado!,

3.. Tenha uma vida equilibrada: ande em duas rodas.

4.. Você pode não gostar de moto,mas sua filha gosta!

5.. Primeiro Deus criou o homem à sua imagem e semelhança, depois, vendo que estava só, criou a moto para leva-lo onde quisesse; em seguida criou belas estradas de pista dupla e loiras, morenas e ruivas para levarmos na garupa. Aí veio o diabo e criou o radar, os buracos e a sogra…

6.. Vento no rosto, bunda no encosto, tá do meu gosto!

7.. O Ministério da Saúde adverte: Andar de moto causa dependência. E eu com isso?

8.. Motocicleta, é sempre o melhor veículo: nunca cabe a sogra!

10.. Motocicleta é um veículo tão seguro, que não é preciso nem de cinto de segurança!!

11.. Lugar de homem é atrás do tanque… de uma moto.

12.. Se você for motociclista, que Deus lhe abençoe, se não for Deus lhe perdoe.

13.. Mulher e moto dão trabalho e custam caro, mas a gente nunca dispensa uma.

14.. Se não estou entre duas rodas, estou entre duas pernas.

15.. Meninas boas vão para o céu. Meninas motociclistas vão a todos os lugares.

16.. Viajando de carro você vê a paisagem; de moto faz parte dela.

17.. Não importa a cilindrada, o que interessa é o espírito.

18.. A liberdade existe: fica entre a roda dianteira e a roda traseira.

19.. Se minha moto fizesse sexo, eu seria o homem mais feliz do mundo.

20.. WARNING ADVISORY: Ande sempre equipado.Lá no céu tem moto e você pode estar escalado para o encontro celestial de amanhã.

21.. Separei da minha mulher no consensual. Prá separar da minha moto, só se for no litigioso.

22.. Moto na estrada, cerveja gelada, mulher pelada. Não precisa ser necessariamente nessa ordem..

23.. A primeira trepada numa moto a gente jamais esquece.

24.. Respeite a sinalização, menos a placa de 80 km/h.

25.. A 100 km/h tenho muitos amigos, a 180 alguns amigos, a partir dos 250 poucos amigos. PORQUE SERÁ?

26.. Muitos falam sobre liberdade. Somente os motociclistas a conhecem de verdade!

27.. Como vovô já dizia: Viajar é preciso; aguentar sua vó o dia inteiro não.

28.. O seguro morreu de velho. Quero morrer velho e seguro em cima da bike!

29.. De moto: deite, mas não role!!!

30.. Estampa em camiseta de piloto de moto dragster : Quem gosta de motorzinho é dentista!

31.. Você não pára de andar de moto porque fica velho. Você fica velho porque parou de andar de moto.

32.. Barriga não!!! Porta capacete.

33.. Nem tudo que brilha é ouro. Pode ser cromado!

34.. Ela disse: a moto ou eu. sinto saudades dela, mas pago a pensão em dia.

35.. Motos não vazam óleo, apenas marcam território.

36.. Vantagem : um hamburguer frio, pode ser requentado facilmente sobre o escape e rodando umas 40 milhas. ( Se desejar bem-passado recomenda-se utilizar entre 10 a 12.000 rpm)

37.. Jamais argumente com um caminhão de 18 rodas. Especialmente ao lado dele.

38.. O melhor despertador, é o sol batendo nos cromados.

39.. Se você não anda com chuva ou neblina, então não anda.

40.. Mototerapia : uma boa viagem limpa sua mente, restaura a fé, e te mostra a beleza da vida.

41.. A MELHOR DE TODAS : SOMENTE UM MOTOCICLISTA SABE PORQUE UM CÃO PÕE A CARA PARA FORA DA JANELA QUANDO ANDA DE CARRO.


fonte desconhecida

Cálculos de RPM



Senhores, entrei no forum a poucos dias para trocar experiencias com os outros donos de Fazer. Sou um tiozão com experiencia de 30 anos em motos. Já tive de tudo (RD 50 a CB 750). Hoje tenho uma Fazer, por pura comodidade, pois é na minha opinião a melhor relação custo beneficio do Brasi (com excessão da GS 500) que para mim atualmente não serve por causa do pouco exterço do guidão. Eu participava ativamente de outros foruns, mas tenho desistido por causa da grande quantidade de firulas que são escritas nos mesmos. O papel aceita tudo, mas acho que deveriamos todos por a mão na consciencia e parar de escrever inverdades que apenas desmotivam os realmente técnicos e deixa o forum cheio de leigos que pouco podem ajudar os que realmente tem problemas. Coisas como a relação do velocimetro com a velo real e o alongamento da relação são calculos matemáticos que são imutaveis, e não adianta falar que na minha moto é assim e ta acabado, porque isto pode convencer leigos, mas não técnicos, alem de deixar um cheiro de fake. Trabalho com calculos e tecnologia de ponta, chefio um depto de engenharia muito bom e com bons laboratórios que me permitem realizar diversas experiencias e provar tudo o que escrevo. Para evitar uma possivel discórdia entre menbros, vou colocar aqui um post colocado em outro forum, que pode ser elucidativo para os que realmente querem saber como as coisas funcionam, e pode também conscientizar os que gostam de escrever fantasias a evitar estas coisas.

Muito se fala sobre o real rendimento de determinada moto, se esta anda mais ou menos que outra. Na verdade a velocidade máxima de cada marcha e logicamente a velocidade final de qualquer veiculo automotor é delimitado por condições mecânicas imutáveis sem a alteração e/ou troca de peças do veiculo. A velocidade alcançada por uma moto é um calculo simples, baseado na relação entre rotação do motor, relação primária (no virabrequim), relação final (coroa e pinhão), relação de cambio e finalmente a circunferência do pneu de tração.Ao se alterar a relação de uma moto, alongando-a (com o uso de coroa menor ou pinhão maior), ou encurtando-a (com o uso de coroa maior ou pinhão menor), busca-se se adequar à utilização da moto a um determinado perfil de desempenho ou economia já que a uma mesma rotação do motor a moto estará em uma velocidade maior ou menor respectivamente.

No caso da necessidade de encurtamento da relação (em motos para trilha, por exemplo), os resultados são imediatos, mas em contrapartida o alongamento da relação só resultará em aumento de velocidade final se o motor tiver potencia para isto. Sem a alteração da potencia do motor o alongamento de relação deverá ser mínimo, pois de outra forma não alcançaríamos mais a rotação máxima original em ultima marcha, diminuindo a velocidade final, embora em baixas velocidades possa existir uma redução do consumo de combustível.

Tomando como exemplo uma EN 125 YES (porque tenho o manual com os dados necessários), tem-se os seguintes dados: relação primária - 3.470 (59/17), relação final - 3.071 (43/14), relação do cambio em 5° marcha - 0,956 (22/23), e circunferência do pneu de 1856 mm (obtida através de medição, pois o calculo sobre as medidas de pneu e roda não são iguais para todos os fabricantes de pneu).

De qualquer forma segue formula para calcular-se esta circunferência:Pneu 90/90 18 (90 mm de largura, 90 % de 90 mm de altura (81,0 mm) para ser usado em rodas de 18”Roda 18 “ = 18 x 25,4 = 457,2 mmO diâmetro total roda mais pneu será: 457,2 mm + 81,0 mm + 81,0 mm = 619,2 mmA formula de circunferência é 3,1415 x o diâmetro, ou seja: 3,1415 x 619,2mm = 1945,27 mm (para cada volta da roda a distancia percorrida será de 1,94527 metros).A formula para calcular-se a velocidade segue abaixo: RPM x circunferência do pneu x 0,06 V = Relação primaria x relação final x relação do cambio.

No caso da YES em 5° marcha a 10000 rpm seria:V= 10000 x 1.856 x 0,06 = 1113,6 = 109,315 km/h. 3,470 x 3,071 x 0,956 10,187 No caso de trocar-se a relação final por uma coroa de 42 dentes fica como segue:V= 10000 x 1.856 x 0,06 = 1113,6 = 111,897 km/h3,470 x 3,0 x 0,956 9,95196.

Esta formula serve para qualquer moto, bicicleta ou automóvel desde que utilizados os dados específicos de cada veiculo. Como se pode notar, o ganho em velocidade final foi pequeno. Para um incremento maior de velocidade, com a utilização de uma coroa ainda menor, sem prejuízo na dirigibilidade da moto torna-se necessário o aumento de potencia do motor.

O problema é que o aumento de velocidade não é diretamente proporcional ao aumento de potencia, devido ao maior arrasto aerodinâmico, atrito, geração de calor, etc. conforme demonstrado na formula abaixo:P2 =P1 x (V2 / V1)³ onde P1 é a potencia atual, P2 é a potencia necessária para se atingir a velocidade desejada, V1 é a velocidade máxima atual e V2 a velocidade máxima desejada.

Como exemplo, vamos utilizar um automóvel moderno que tenha aproximadamente 100 CV e atinja a velocidade de 185 km/h. Como eu sou louco, gostaria de atingir uma velocidade de 400 km/h com o mesmo carro então:P2 = 100 x (400/185)³ = 1010 CV.

Como se pode notar, apesar de querer atingir pouco mais do que o dobro da velocidade atual, a potencia necessária para tal é 10 vezes maior que a atual.

Como exemplo, esta é a potencia de um Bugatti Veyron, que realmente atinge 400 km/h.Isto posto, torna-se simples calcular a real velocidade atingida por sua moto. Pode-se também, em motos sem conta giros, desde que se saiba a velocidade real da moto, calcular em que giro vc esta e se é possível forçar um pouco mais ou se já se chegou no limite maximo de utilização com segurança.

Imaginemos que vc queira chegar a uma velocidade real, com relação original a 140 km/h:140 km/h = RPM x 1856 x 0,06 140 km/h = RPM x 0,01093 RPM = 12808,9 RPM10,187Se a sua moto 125 com potencia original e relação também original bate 140 km/h de final, ou o seu velocímetro é parente do pinoquio, ou vc tem uma moto que consegue atingir quase 13000 RPM sem flutuar válvulas.

Que sorte heim..

autor desconhecido

Dicas para viajar de moto cruzando fronteiras internacionais

Texto por Policarpo Jr, com consulta a diversos sites de motociclistas experientes, com vivência em viagens internacionais.

Fiz uma compilação de dicas relevantes para quem vai viajar de moto cruzando fronteiras internacionais, afim de tornar sua viagem agradável, minizando inconvenientes (principalmente burocráticos) e dando mais segurança a sua curtição.

Os sites que consultei (recomendo a visitação de todos), foram:
http://www.rauenmotoviagem.com.br/, do experiente motociclista Rauen, que já fez várias viagens internacionais. Daqui vieram a maioria das dicas dessa matéria;
http://www.motoviagem.com.br/, do casal de motociclistas Allamo e Chayenne, simplesmente foram de São Paulo até o Alasca (de moto, claro);
http://www.brazilriders.com.br/, grupo de motociclistas estradeiros, com integrantes por todo o Brasil e no exterior. Tem como líder o João Gonçalves Filho (GAU), uma lenda viva do motociclismo estradeiro (com muita energia e disposição);
http://www.ciceropaes.com.br/, Cícero é um motociclista com décadas de experiência, livros publicados e muita bagagem no meio.

Além dos sites acima, muitas outras informações vieram de entrevistas que realizei com diversos motociclistas que já fizeram viagens internacionais. Depois dê uma lida em algumas delas, pois pode te ajudar com mais informações relavantes.

O Rock Riders recomenda a todo motociciclista que pretenda fazer viagens internacionais, antes, se informar o máximo possível com quem já fez, ler artigos e matérias disponíveis no portal Rock Riders e em outros sites da Internet. Existem também muitos livros úteis a respeito. Informe-se, estude, planeje e viage trânquilo.
Rauen e sua esposa Michelle - http://www.rauenmotoviagem.com.br/

Documentação
Quando você cruzar a fronteira para outro país, irá parar na "Aduana" e precisa estar com todos os documentos em dia e ainda outros que no Brasil você não precisa. Vamos a esses documentos:
- documento da moto em nome do condutor – caso esteja alienado, peça carta-autorização da financeira ou do responsável (isso é válido para países da América do Sul, outros continentes (América Central e do Norte, por exemplo, a moto não pode estar alienada);
- seguro Carta-Verde Mercosul – seguro emitido contra terceiros no âmbito do Mercosul, válido para o período da viagem (contatar seu corretor de preferência - tal documento é emitido por uma seguradora); - carteira de identidade;
- carteira de habilitação nacional;
- carteira de habilitação internacional (ultimamente não vem sendo exigida, mas conforme o país, consulte antes de partir para sua viagem);
- passaporte válido (normalmente os passaportes no Brasil tem validade de 5 anos, os mais antigos a validade é maior, consulte a Polícia Federal);
- para o Peru, comprovante de vacinação internacional contra febre-amarela (muitos outros países também exigem vacinação);
- cópias destes documentos e mantenha em sua bagagem em local seco e seguro (conforme o número de países que irá percorrer, leve mais cópias ainda);
- Vistos (nas Américas, são exigidos vistos para as Guianas (domínio francês), México, Estados Unidos e Canadá.
Policias e fronteiras (aduanas)
Em geral os policiais estrangeiros são muito prestativos e amáveis, verificando seus documentos rapidamente e servindo inclusive como fonte de informação bastante útil. Porém, existem casos diferentes, assim como aqui no Brasil, resolvem tirar algum proveito do motociclista, exigindo “contribuições” financeiras para liberação do viajante.
O conselho que aqui deixamos é: se a autoridade estiver mesmo querendo levar vantagem, ela vai inventar todo tipo de desculpa. Dessa forma não adianta tentar encher a bagagem com coisas que “podem vir a ser solicitadas”. Relaxe, viaje mais leve e espere acontecer para negociar.

- Desligue a moto e retire o capacete para conversar com as autoridades.
- Durante a conversa, procure encaixar algum elogio sobre o país e sobre o seu povo. - Converse sempre em voz baixa, procure não se alterar.
- Normalmente são rápidos os trâmites aduaneiros nas fronteiras internacionais. Porém, caso os trabalhos apresentem-se demorados, ou se perceba claramente a má vontade dos funcionários públicos estrangeiros, o conselho é ficar calmo e apresentar-se sempre com simpatia e compreensão. Por mais que você se irrite com a situação, releve e cumpra os procedimentos com calma.
- Nos dias em que estiverem marcadas as transposições de fronteiras, procure chegar com folga de tempo até elas, para que o prosseguimento de sua viagem não seja prejudicado.
- Se for usar outros veículos para transportar sua moto (barcos, navios ou aviões), informa-se antes sobre os trâmites e custos necessários, evitando surpresas de última hora.
- Evite trafegar em países com conflitos e guerrilhas, se mesmo assim precisar cruzá-lo, o faça com muito cuidado, prestando atenção a todos em sua volta.
- Ao sair da aduana você terá alguns documentos emitidos por eles, como por exemplo o que o autoriza a circular com a moto por aquele país. Guarde esses documentos com muito cuidado, pois serão exigidos quando da sua saída. Há multas para quem não os apresenta.

- Nos “pasos” fronteiriços você passará por dois controles: o da imigração, onde os seus documentos pessoais serão verificados; e o da aduana, onde sua moto e bagagem serão inspecionadas. Se você está levando máquinas fotográficas, filmadoras, etc., declare estes equipamentos no formulário. Evite também carregar alimentos de origem animal ou vegetal de um país para outro, pois há rígido controle sanitário, que pode ocorrer também nos limites entre as províncias e departamentos (correspondentes aos nossos Estados aqui no Brasil).

A Moto
- Escolha a moto mais apropriada para fazer sua viagem internacional, lembre-se que muitos países da América Latina, tem estradas com rípios (terra batida e pedregulhos), asfaltos esburacados (em muitos estados brasileiros de fronteiras) e por ai vai;
- Nossos países vizinhos não apresentam a mesma estrutura do Brasil quando o assunto é assistência técnica e peças de reposição para motos. Assim, faça uma grande revisão em sua motocicleta antes de viajar e teste os ajustes feitos.
- Coloque sempre relação (corrente, coroa e pinhão) novos e de marcas sabidamente resistentes. Pneus também sempre novos.
- Se a viagem foi muito longa, estude o que levar (básico) de peças sobressalentes para sua moto;
- Para proteção da moto contra riscos, cubra as partes pintadas mais expostas com filmes especiais colantes, como os “papel contact”.

- É difícil encontrar postos de gasolina com ar para os pneus. Quando passar por um, não perca a chance de calibrá-los.
- Procure sempre hospedar-se em locais com garagem, ou procure um local seguro para estacionar sua moto. Dê uma revisão nas condições da moto todos os dias antes de partir para o próximo destino.

As roupas e equipamentos
- As roupas mais apropriadas para longas viagens de moto são as feitas a base de cordura e goretex. Há vários modelos a preços acessíveis, inclusive nacionais, que podem oferecer proteção contra todo tipo de clima que você encontrar no exterior. Além disso são impermeáveis, térmicas, com forros removíveis, possibilitando um ajuste conforme a temperatura do dia. Há luvas também deste mesmo material. Não pode faltar uma capa de chuva na bagagem.
- Capuz com proteção do pescoço. Capacete fechado. Recentemente adquirimos capacetes “flip-up”, que levantam toda a queixeira. Para o moto-turismo consideramos os mais apropriados pois permitem comunicação com as pessoas mais facilmente, na hora de se negociar hotéis, por exemplo, pois não há necessidade de se retirar todo o capacete por várias vezes.



Sua resistência física e da moto
- Uma média de 400 a 600 Km diários de viagem como o ideal, porém haverá dias em que você vai facilmente ultrapassar essa Km, como pode haver dias de rodar menos que essa média. Assim, faça algumas viagens de teste aqui no Brasil.
- Substitua ou se possível descarte qualquer componente que possa comprometer o funcionamento da moto assim como a sua segurança e conforto durante a viagem.

Dinheiro


- A moeda que deve ser levada em viagens pela América do Sul é o dólar americano.
- Separe seu dinheiro em pequenos lotes e carregue-os separadamente na sua bagagem.
- Não deixe todo o seu dinheiro em um mesmo lugar e nunca o deixe no hotel.
- Troque seus dólares pela moeda local de preferência em casas de câmbio ou bancos. Não troque na rua. Aduanas costumam oferecer esse serviço ou informações a respeito.
- Se você tem conta-corrente em algum banco no Brasil, informe-se sobre a utilização do seu cartão de débito no exterior (tipo Visa Electron ou Mastercard Maestro). Está é a forma mais adequada, segura e confortável, já que permite que você vá sacando seu dinheiro conforme sua necessidade.



Pilotagem em estradas de rípio / off-road
Estrada de rípio.
Rípio é uma estrada feita de terra batida com pedregulhos, muito comuns em vários países da América do Sul (Argentina, Chile, etc).

- Se você pretende percorrer trajetos não pavimentados, indicamos as motos cujo estilo foi batizado pelo mercado de “big-trail”.
- Ao rodar por esse tipo de estrada (rípio), mantenha a motocicleta em alta rotação, marcha baixa. Procure não frear, apenas acelere para corrigir o traçado da moto. Ande sobre o caminho deixado pelos automóveis, pois são geralmente mais firmes que as demais partes da estrada. Percorra os primeiros quilômetros com calma para acostumar-se. Dentro de aproximadamente 30 km você já sentirá maior segurança e começará a soltar um pouco mais a moto até passar a rodar com tranqüilidade (mas sempre com muita atenção).

FINALMENTE, HOJE COMEÇA A TEMPORADA DA MOTOGP

Finalmente, depois de um longo inverno, as emoções da MotoGP retornam na data de hoje, com o GP do Qatar, direto do circuito de Losail, a ún...