domingo, 10 de outubro de 2010

TIRO-CURTO - Afluente do Rio Tietê em Mendonça/SP

Galera, no sábado, dia 9 de outubro, após o almoço e sem expectativa para o sábado valer a pena, estava andando pelas ruas de minha cidade, até que o sábado-chato se transformou em um sábado "feliz" (sem sacanagem). Eu e mais dois amigos motociclistas resolvemos dar uma voltinha até um afluente do rio Tietê, na prainha de Mendonça/SP. Pista tranquila, asfalto bom, algumas curvas básicas... valeu a pena o sábado e como vale a pena ser motociclista. Graças a Deus!

Claro, as fotos!


76,4km de pura diversão!!!



da esquerda para a direita: Douglas (eu), Adriano e Diego



terça-feira, 5 de outubro de 2010

HORA DE FAZER UM "UP" - Muitas dúvidas...

É galera, sempre que você vai trocar de carro ou de moto, surge aquela dúvida: -Mas qual carro/moto devo pegar?
Bom, para se chegar a esta resposta devemos analizar muitas coisas, tipo: qual é o estilo que mais te agrada, valor de um seguro, valor das peças de reposição, mercado do bem, e algo que julgo ser um dos principais fatores que influenciam a escolha: o valor ($$$) do bem em questão!
O meu sonho é comprar (algum dia) uma V-Strom 650, mas enquanto não tenho o tempo ($$$) necessário para realizar este sonho, coloquei sobre a mesa 3 escolhas:


Honda NX4 Falcon


Suzuki GS500 E


Yamaha XT660 R

Bom, todas as motos são usadas (as que estou analisando para realizar o meu "up"), e estão na ordem crescente de investimento que eu teria que arcar com a troca. Nesta lista existem duas "trail" (NX4 e XT660 R) e uma "street sport" (GS500 E). O meu gosto é por motos mais ao estilo sport-touring, ou mesmo touring, como alguns classificam a V-Strom 650.

Em todas estas motos, instalaria uma bolha e um baú/bauleto. Nas motos trail, pensaria na compra de um banco tipo sela.


banco tipo sela para XT660R


Todas as motos acima são boas motos, infelizmente duas já não são mais fabricadas, apenas a XT continua sendo fabricada. As suspensões das trail são agradáveis para enfrentar as nossas vias, enquanto que a GS é a mais lógica para uma utilização exclusivamente em rodovias e uso urbano.
O que está pesando atualmente na escolha realmente é o valor a desembolsar. A NX4 está quase descartada do meu "up", ela foi listada pelo valor mesmo, sendo a mais em conta. A GS me encanta: bícilindrica, motorzão, o estilo street... ela é a segunda mais em conta neste up. A XTzona é uma máquina... não tem como criticar uma moto vencedora de tantos prêmios pela mídia (venal?) especializada. Mas as trails... não são do meu gosto... e o valor dela também não seria um dos mais fáceis a se peitar.

No Best Cars Web Site (site aqui)existem vários relatos de proprietários destas motocicletas. Ajuda na hora de uma decisão final.

É... por enquanto vou calculando e fazendo planos. Mas, qual seria finalmente a melhor escolha?
Eu não seu... e ninguém saberá!!! (palavras proféticas, rsrsrs)

domingo, 19 de setembro de 2010

COISAS QUE AINDA QUERO VER...

Aqui, nesta série de “Coisas que ainda quero ver...” de hoje, cabe duas coisas sobre as duas principais montadoras de motocicletas do Brasil:

• Ainda quero ver a Honda acertar a relação de suas motos de baixa cilindrada (lembram da barulheira que a Twister fazia, e que a CB300R herdou?) e
• Tenho fé que um dia a Yamaha venha a produzir motos com os encaixes das marchas mais suaves, e não um tanto duros como hoje em dia nas motos desta fabricante.

Será que um dia vou ver isso?

sábado, 18 de setembro de 2010

Trocar o óleo no momento certo evita danos à moto, ao bolso e ao ambiente



Uma boa lubrificação garante maior vida útil ao motor da motocicleta, porém, há muitos mitos sobre qual a hora certa de trocar o óleo. Mitos como "trocar o óleo toda semana", "não deixar passar dos 1.000 km" ou "o ideal é trocar na metade do recomendado pelo fabricante", difundidos aqui e ali deixam o motociclista perdido sem saber qual a hora certa de fazer a manutenção de sua moto.

A dúvida não deveria nem existir, afinal o manual do proprietário que acompanha a motocicleta traz recomendações dos fabricantes sobre o óleo correto e o intervalo entre cada troca. Mas o que fazer quando até mesmo o mecânico da concessionária autorizada recomenda substituir o fluido antes do recomendado?

"Realmente, 90% dos mecânicos que recebem treinamento trocam na metade do intervalo recomendado", admite Alexandre Hernandes, Instrutor Técnico da Yamaha Motor. Responsável por capacitar os mecânicos das oficinas autorizadas, o instrutor afirma que isso acontece porque os mecânicos acreditam que dessa forma o motor dura mais. "Essa ideia vem da década de 1980, quando os óleos duravam menos. Agora a tecnologia dos óleos evoluiu muito e o fluido dura mais", explica.

Ao longo dos anos, assim como as motos, os óleos evoluíram. Tanto na viscosidade como nas especificações da API (American Petroleum Institute). "Antes os óleos atendiam normas mais antigas da API, agora o Yamalube, óleo recomendado pela Yamaha para suas motos, atende à norma SL, quer dizer uma especificação mais moderna, o que permite um maior intervalo na hora de trocar o óleo", ressalta Hernandes.

Nas motos de baixa cilindrada da marca, como por exemplo, a YBR 125 Factor, a fábrica recomenda a troca de óleo a cada 3.000 km -- exceto na primeira troca que deve ser feita aos 1.000 km junto com a revisão. Porém, uma rápida visita aos fóruns na internet ou uma conversa com motociclistas mostra que a maioria faz a substituição a cada 1.000 km, inclusive com recomendação da concessionária.

"Os concessionários recomendam isso porque sabem que a maioria dos clientes não verifica o nível do óleo entre as trocas. Então para evitar problemas recomendam que se troque o óleo na metade do tempo", justifica Hernandes. E aproveita para alertar os motociclistas: "mesmo que a troca seja recomendada a cada 3.000 km, o motociclista precisa verificar o nível de óleo periodicamente e, se necessário for, completar com o mesmo óleo utilizado". Se o motociclista utilizar um óleo diferente, o fluido pode perder suas características, alerta.

O engenheiro da Honda, Alfredo Guedes, faz coro e admite que a troca do óleo feita antes do recomendado pela montadora também acontece em concessionárias da marca. "O consumidor é resistente a mudanças. Antes, quando o óleo tinha especificação inferior, a troca devia ser feita aos 1.500 km. Desde a CG 150, passamos a recomendar o óleo Móbil Super Moto 4T, que tem viscosidade 20W50 e atende à norma API SF, portanto as trocas passaram para intervalos de 4.000 km, com exceção da primeira que deve ser feita obrigatoriamente aos 1.000 km ou após seis meses.", explica Guedes.

A validade do óleo também é outro fator a ser levado em conta. Após sair da embalagem, o óleo dura seis meses. Mesmo que a moto não rode a quilometragem indicada, depois desse período o óleo deve ser substituído. "Mas trocar o óleo toda semana ou a cada 1000 km, além de jogar dinheiro fora, vai gerar resíduos desnecessários para o meio ambiente", relembra o engenheiro que há 14 anos trabalha na Honda.

O ÓLEO CERTO PARA A MOTO
Alfredo Guedes também alerta para o uso do óleo correto, ou seja, aquele recomendado pela montadora. "O consumidor deve sempre usar o óleo recomendado pelo fabricante, pois já fizemos exaustivos testes em bancadas, ou rodando em condições severas. Muitos proprietários de motos maiores, como a CBR 600RR, por exemplo, querem usar óleo de base sintética, porque acham que é melhor. Não recomendamos", avisa o engenheiro.

Segundo ele, os óleos de base sintética podem formar uma película nos discos de embreagem e reduzir o atrito. Com isso a embreagem pode começar a patinar. "Alguns fabricantes de óleo sintéticos afirmam que isso não acontece mais, porém a Honda ainda não testou esses óleos e o motociclista não deve utilizá-lo em nossas motocicletas, exceto em alguns modelos de competição que têm embreagem a seco", reforça.

A maioria das motos de rua tem discos de embreagem banhados a óleo. Enquanto nos carros há um lubrificante específico para o motor e outro para a caixa de transmissão, na maioria das motos com motores quatro tempos à venda no Brasil o mesmo óleo lubrifica cilindros, pistões e também a caixa de marchas e a embreagem. "Por isso nunca se deve usar óleo de carro em motocicletas", conclui Hernandes, da Yamaha.

Para saber qual a hora certa de trocar o óleo de sua moto, a principal recomendação dos fabricantes é só uma: seguir à risca o manual. Tanto em relação ao óleo a ser utilizado quanto ao intervalo entre as trocas. Com isso, o motociclista tem a garantia de estar cuidando bem da lubrificação de sua moto.

fonte: Arthur Caldeira, do UOL Carros

OBS.: o óleo da foto no topo do tópico é meramente ilustativo. O Motoviagens na Net não recomenda nenhum tipo nem marca de óleo específico. Sempre respeite o que diz no manual do fabricante da sua motocicleta.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Enquete finalizada!!!

Chegamos ao fim da enquete "Você é a favor da medida que quer proibir a circulação de motos menores de 150cc em rodovias?" com o seguinte resultado:

18 pessoas votaram, e deu um religioso empate: 9 concordaram e 9 foram contra a pergunta em questão.

Obrigado a todos que participaram desta enquete, e já os convido para participar da próxima! Abraços!

Testando capacetes - SHARP Helmets



Você sabe o que significa SHARP e o que ele faz? SHARP significa Safety Helmet Assessment and Rating Programme, é um programa do governo ingles que testa e certifica capacetes para motociclistas.
Os capacetes ou cascos que são testados pelo programa recebem de uma a cinco estrelas, dependendo da sua avaliação final. Por exemplo, o Nitro que possuo atualmente foi avaliado como 5 estrelas.
No site do programa (http://sharp.direct.gov.uk/) é possível consultar uma vasta gama de capacetes avaliados, agrupados por fabricantes e modelos. Também no site do SHARP, é possível ver dicas de como escolher o seu capacete e ver um vídeo com os testes que são realizados nos capacetes.
Na hora de fazer um “up” de casco, agora você já sabe por onde começar!!!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Susto na Rodovia

Viagem tranquila é muito boa, não é? E quando ocorre algum imprevisto, depois do susto, vem as risadas!
Bem, o ocorrido foi o seguinte: estou rodando pela Rodovia Feliciano Sales da Cunha (9 de setembro), próximo do trevo de acesso ao distrito de Bandeirantes d'Oeste (sentido interior), quando a moto começa a cortar o injeção (piscando o led de injeção da moto), piscando as setas, barulho de alarme e tudo o mais... comecei a parar a moto ainda na rodovia, nem me atentei se tinha carro andando atrás de mim... parei no acostamento, no trevo de acesso do distrito citado.

Ok. Já sabia que este corte de injeção tinha sido ocorrido pelo alarme que tenho instalado na moto, agora precisava saber se ele alarmou no "automático" ou outra coisa parecida. Surpresa!!!



Estava andando com o controle do alarme (Positron DuoBlock) no bolso da jaqueta, junto com o celular, e ocorreu que o celular apertou o controle, e pela Lei de Murphy, o celular apertou o "cadeado fechado" do alarme!!!

Depois do susto que levei, fica a dica e a experiência: alarme, no bolso da calça e SOZINHO!!!

FINALMENTE, HOJE COMEÇA A TEMPORADA DA MOTOGP

Finalmente, depois de um longo inverno, as emoções da MotoGP retornam na data de hoje, com o GP do Qatar, direto do circuito de Losail, a ún...