sexta-feira, 7 de maio de 2010
BARRETOS MOTORCYCLES 2010! EU FUI!!
Evento muito bom! Foi a primeira vez que fui no Motorcycles de Barretos, muitas motos, lotado! Seguem as fotos!





terça-feira, 20 de abril de 2010
Entendendo sobre óleos lubrificantes - Motos 4 tempos
A maior parte das motos 4 tempos comercializadas no Brasil possuem sistema motor e transmissão acoplados. O óleo é responsável pela lubrificação do motor e também pela lubrificação da caixa (transmissão). Muito diferente do sistema dos carros e caminhões que tem um tipo de óleo para motor e outro tipo para caixa.
Grande parte dos lubrificantes para motos que se encontram no mercado tem a viscosidade 20W50 e norma API SF. E é justamente aí que começa toda a confusão. Os lubrificantes para motos além de ter a viscosidade 20W50 e API SF, deverá conter também estampado no frasco a norma JASO MA ou JASO MB. A viscosidade 20W50 API SF existe também para carros, mas não deverá conter a norma JASO. Então não se deve usar óleo de carro em moto. O lubrificante de moto deverá garantir o bom funcionamento do motor e ao mesmo tempo lubrificar a caixa, evitando excesso de deslizamento (patinação) dos discos de embreagens. O deslizamento pode ocorrer pelo uso de produto com maior índice de aditivação, como API SH, SJ, SL ou superior.
Hoje existem produtos com API superior a SG, mas são avaliados pelas montadoras fazendo testes com as embreagens.
Observe as características dos motores das motocicletas
- Altas temperaturas de operação;
- Grandes variações de temperatura de trabalho;
- Alta potência específica - aproximadamente 1,5 vezes maior do que a de um carro de passeio;
- Altas rotações - aproximadamente 2 vezes a de um carro;
- Reservatórios de óleo menores.
Essas características – alta temperatura com pouco volume de óleo – faz com que o regime seja considerado muito severo. Por isso às vezes tem que se trocar o óleo a cada 1000 km (mil quilômetros).
Principais Normas de desempenho para motos 4 tempos:
API: American Petroleum Institute
JASO: Japanese Automobile Standards Organization
API SF: Criada em 1980, especificação de serviço para motores a gasolina. Proporciona maior estabilidade a oxidação.
API SG: Criada em 1989, especificação de serviço para motores a gasolina. Proporciona maior controle de depósitos no motor e estabilidade a oxidação.
JASO MA: Alto índice de coeficiente de atrito (bom para embreagens)
JASO MB: Baixo índice de coeficiente de atrito (fraco para embreagens)
DICA:
Verifique o período de troca de óleo no manual do proprietário. Somente a montadora que define esse período, baseada em testes específicos em campo e laboratórios.
fonte: http://saviomachado.blogspot.com/2007/10/lubrificantes-para-motos-4-tempos.html
Grande parte dos lubrificantes para motos que se encontram no mercado tem a viscosidade 20W50 e norma API SF. E é justamente aí que começa toda a confusão. Os lubrificantes para motos além de ter a viscosidade 20W50 e API SF, deverá conter também estampado no frasco a norma JASO MA ou JASO MB. A viscosidade 20W50 API SF existe também para carros, mas não deverá conter a norma JASO. Então não se deve usar óleo de carro em moto. O lubrificante de moto deverá garantir o bom funcionamento do motor e ao mesmo tempo lubrificar a caixa, evitando excesso de deslizamento (patinação) dos discos de embreagens. O deslizamento pode ocorrer pelo uso de produto com maior índice de aditivação, como API SH, SJ, SL ou superior.
Hoje existem produtos com API superior a SG, mas são avaliados pelas montadoras fazendo testes com as embreagens.
Observe as características dos motores das motocicletas
- Altas temperaturas de operação;
- Grandes variações de temperatura de trabalho;
- Alta potência específica - aproximadamente 1,5 vezes maior do que a de um carro de passeio;
- Altas rotações - aproximadamente 2 vezes a de um carro;
- Reservatórios de óleo menores.
Essas características – alta temperatura com pouco volume de óleo – faz com que o regime seja considerado muito severo. Por isso às vezes tem que se trocar o óleo a cada 1000 km (mil quilômetros).
Principais Normas de desempenho para motos 4 tempos:
API: American Petroleum Institute
JASO: Japanese Automobile Standards Organization
API SF: Criada em 1980, especificação de serviço para motores a gasolina. Proporciona maior estabilidade a oxidação.
API SG: Criada em 1989, especificação de serviço para motores a gasolina. Proporciona maior controle de depósitos no motor e estabilidade a oxidação.
JASO MA: Alto índice de coeficiente de atrito (bom para embreagens)
JASO MB: Baixo índice de coeficiente de atrito (fraco para embreagens)
DICA:
Verifique o período de troca de óleo no manual do proprietário. Somente a montadora que define esse período, baseada em testes específicos em campo e laboratórios.
fonte: http://saviomachado.blogspot.com/2007/10/lubrificantes-para-motos-4-tempos.html
Entendendo sobre óleos lubrificantes - Tabela API
O assunto hoje é sobre a nova tabela da americana API (American Petroleum Institute). A todos os profissionais da área quero dizer que esta tabela é nova e já está disponível na internet, através do site português Sintética, que considero um dos melhores endereços na língua portuguesa para pesquisas sobre assuntos derivados do Petróleo.
Na tabela abaixo está introduzido a nova classificação SM, superando assim a classificação SL. O lubrificante com aprovação SM foi projetado para fornecer maior resistência a oxidação, melhor proteção contra depósitos, melhor proteção contra o desgaste, melhor desempenho em baixa temperatura e extensão da vida útil do lubrificante.

fonte: http://saviomachado.blogspot.com/2009/05/nova-tabela-api.html
Na tabela abaixo está introduzido a nova classificação SM, superando assim a classificação SL. O lubrificante com aprovação SM foi projetado para fornecer maior resistência a oxidação, melhor proteção contra depósitos, melhor proteção contra o desgaste, melhor desempenho em baixa temperatura e extensão da vida útil do lubrificante.
fonte: http://saviomachado.blogspot.com/2009/05/nova-tabela-api.html
Entendendo sobre óleos lubrificantes - SAE
Como viscosidade ou tenacidade de um líquido se entende a resistência que
as moléculas de um líquido fazem contra um deslocamento. Essa resistência
é também chamada atrito interno.
Visc. cinemática
Relação viscosidade/densidade indicada em mm2/s ( antigamente, centistoke).
Visc. dinâmica
é a medida da resistência interna que o óleo lubrificante forma contra o fluxo
(por exemplo, fluxo através de tubulações, fluxo na fenda de lubrificação).
A visc.dinâmica é denominada em Centipoise (cP).
Para medir as viscosidades temos diversos aparelhos de medição (viscosímetros).
A indicação é em mm2/s, antigamente se utilizavam graus Engler (°E ) ou
Centistokes (cSt). Decisiva para a medição é a indicação da temperatura da medição,
pois o resultado depende muito desta temperatura.
(Óleos frios fluem com tenacidade, óleos quentes se tornam mais líquidos).
As classes de viscosidades tem vários institutos de classificação. Os mais
conhecidos são SAE, API, AGMA e ISO VG.
Classes de Viscosidades SAE

fonte: http://www.lubrificantes.net/esp-003.htm
as moléculas de um líquido fazem contra um deslocamento. Essa resistência
é também chamada atrito interno.
Visc. cinemática
Relação viscosidade/densidade indicada em mm2/s ( antigamente, centistoke).
Visc. dinâmica
é a medida da resistência interna que o óleo lubrificante forma contra o fluxo
(por exemplo, fluxo através de tubulações, fluxo na fenda de lubrificação).
A visc.dinâmica é denominada em Centipoise (cP).
Para medir as viscosidades temos diversos aparelhos de medição (viscosímetros).
A indicação é em mm2/s, antigamente se utilizavam graus Engler (°E ) ou
Centistokes (cSt). Decisiva para a medição é a indicação da temperatura da medição,
pois o resultado depende muito desta temperatura.
(Óleos frios fluem com tenacidade, óleos quentes se tornam mais líquidos).
As classes de viscosidades tem vários institutos de classificação. Os mais
conhecidos são SAE, API, AGMA e ISO VG.
Classes de Viscosidades SAE

fonte: http://www.lubrificantes.net/esp-003.htm
Entendendo sobre óleos lubrificantes - API
Hoje vamos entender um pouco sobre a sopa de letrinhas que vemos nos rótulos dos lubrificantes quando entramos em um posto de gasolina e temos que fazer a difícil tarefa de colocar o óleo recomendado pela concessionária no motor do nosso carro. Atualmente o Manual do Proprietário diz que devemos colocar um lubrificante que tenha a norma ou classificação mínima API SL e Acea A3. Isso até parece fórmula de matemática, mas não é nada disso. Trata-se de duas normas diferentes. API (American Petroleum Institute) e Acea (Associação dos Construtores Europeus de Automóveis). No exemplo que dei acima sobre API SL, seria a última classificação aprovada pelas montadoras. Atualmente já existe a norma API SM, mas ainda não temos veículos rodando no Brasil que exija aprovação SM no seu manual. A American Petroleum Institute, é a principal associação comercial para a indústria de petróleo e gás natural, representando cerca de 400 empresas envolvidas na produção, refino e distribuição. Uma das suas responsabilidades é a investigação toxicológica para com o meio ambiente. A API surgiu em 1945 impondo ao mercado automobilístico sua primeira classificação. Para os carros movido a gasolina o lubrificando indicado para o motor deveria ser SA e para os carros movidos a diesel deveria-se usar uma classificação CA. A primeira letra indica o tipo de motor e a segunda letra indica o tipo de performance. Inicialmente mostraremos a performance das classificações dos motores a gasolina, álcool e gás natural.
Veja abaixo a evolução das classificações:
1945 - SA
1980 - SF
1988 - SG
1993 - SH
1995 - SJ
2001 - SL
Entenda: Se você tem um Chevrolet Opala 1980 poderá colocar um lubrificante no seu motor com classificação API SF, mas também poderá colocar um lubrificante com classificação API SL, porque esta última supera a primeira. Mas se você tiver um Volkswagen Gol Geração 4 ano 2006, não poderá colocar um lubrificante com norma API SF, pois ela é muito inferior a classificação indicada pelo Manual do Proprietário que pede API SL.
Observe os quadros a seguir. Imagine que temos inúmeros problemas em um motor. Os quais aparecem em cada ponta dessa teia. Oxidação, depósito no motor, ferrugem, corrosão, desgaste, depósito no pistão e cisalhamento (quando o filme do lubrificante se rompe e provoca o contato das partes de metal).

Vemos a seguir a performance de um lubrificante cuja a classificação é SE, proibida ainda este ano pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), antigos lubrificantes com viscosidades SAE 40, 50, 30, com pouco pacote de aditivação.

A seguir veremos um lubrificante que terá melhor performance que este acima. Os lubrificantes com API SF, geralmente tem viscosidade SAE 20W50. São classificados como Multiviscosos, ou Multigrau. Isto favorece a partida a frio, onde existe a maior parte do desgaste do motor.

Observe que as classificações estão evoluindo e assim protegendo mais o motor dos problemas apresentados.
Em 1988 surgiu a classificação SG e em 1993 surgiu a SH. Poucas utilizadas no Brasil.

Em 1995 com a evolução dos motores injetados, alcançando temperaturas bem mais altas que os veículos carburados surgiu a classificação API SJ, usada ainda por algumas montadoras em seus manuais.

No ano de 2001 surgiu uma nova classificação exigida hoje pela maioria das montadoras em seus manuais. Os novos carros devem usar a classificação mínima API SL a fim de proteger o motor de altas temperaturas fazendo que o óleo não queime, evitando assim o surgimento da borra que provoca entupimentos nas galerias. Veja o quadro abaixo a comparação de um lubrificante API SJ e SL.

Com a evolução dos novos motores foi preciso também que o lubrificante evoluisse. Além da Norma API SL, ainda existe a viscosidade que devemos nos preocupar. Esta ainda é um pouco mais complexa. Para entender sobre viscosidade clique aqui.
Fique atento na hora da troca de óleo. Não esqueça de trocar os filtros de óleo e de ar. A manutenção correta ainda é o melhor remédio para manter seu veículo em boas condições de uso. Até a próxima.
fonte: http://saviomachado.blogspot.com/2008/04/entendo-sopa-de-letrinhas-api.html
Veja abaixo a evolução das classificações:
1945 - SA
1980 - SF
1988 - SG
1993 - SH
1995 - SJ
2001 - SL
Entenda: Se você tem um Chevrolet Opala 1980 poderá colocar um lubrificante no seu motor com classificação API SF, mas também poderá colocar um lubrificante com classificação API SL, porque esta última supera a primeira. Mas se você tiver um Volkswagen Gol Geração 4 ano 2006, não poderá colocar um lubrificante com norma API SF, pois ela é muito inferior a classificação indicada pelo Manual do Proprietário que pede API SL.
Observe os quadros a seguir. Imagine que temos inúmeros problemas em um motor. Os quais aparecem em cada ponta dessa teia. Oxidação, depósito no motor, ferrugem, corrosão, desgaste, depósito no pistão e cisalhamento (quando o filme do lubrificante se rompe e provoca o contato das partes de metal).
Vemos a seguir a performance de um lubrificante cuja a classificação é SE, proibida ainda este ano pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), antigos lubrificantes com viscosidades SAE 40, 50, 30, com pouco pacote de aditivação.
A seguir veremos um lubrificante que terá melhor performance que este acima. Os lubrificantes com API SF, geralmente tem viscosidade SAE 20W50. São classificados como Multiviscosos, ou Multigrau. Isto favorece a partida a frio, onde existe a maior parte do desgaste do motor.
Observe que as classificações estão evoluindo e assim protegendo mais o motor dos problemas apresentados.
Em 1988 surgiu a classificação SG e em 1993 surgiu a SH. Poucas utilizadas no Brasil.
Em 1995 com a evolução dos motores injetados, alcançando temperaturas bem mais altas que os veículos carburados surgiu a classificação API SJ, usada ainda por algumas montadoras em seus manuais.
No ano de 2001 surgiu uma nova classificação exigida hoje pela maioria das montadoras em seus manuais. Os novos carros devem usar a classificação mínima API SL a fim de proteger o motor de altas temperaturas fazendo que o óleo não queime, evitando assim o surgimento da borra que provoca entupimentos nas galerias. Veja o quadro abaixo a comparação de um lubrificante API SJ e SL.
Com a evolução dos novos motores foi preciso também que o lubrificante evoluisse. Além da Norma API SL, ainda existe a viscosidade que devemos nos preocupar. Esta ainda é um pouco mais complexa. Para entender sobre viscosidade clique aqui.
Fique atento na hora da troca de óleo. Não esqueça de trocar os filtros de óleo e de ar. A manutenção correta ainda é o melhor remédio para manter seu veículo em boas condições de uso. Até a próxima.
fonte: http://saviomachado.blogspot.com/2008/04/entendo-sopa-de-letrinhas-api.html
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Educação no Trânsito - Motociclistas
O Departamento de Trânsito de Victoria, Austrália, realiza várias campanhas através de comerciais e materiais impressos, relativo aos danos em acidentes envolvendo motociclistas. Conteúdo muito bom, de grande utilidade. Pena ser somente em inglês.
No link: http://www.spokes.com.au/#/home
No link: http://www.spokes.com.au/#/home
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Código de Trânsito Brasileiro

No link abaixo, é possível consultar o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9503/1997), com a sua redação atual.
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9503.htm
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Diariamente e infelizmente nos deparamos com alguma situação de desrespeito no trânsito. Carros avançando sinal, parando por sobre a faixa d...
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